Posted by Bacu de Sunga | Under Amigos, Bike, Ciclismo, Qualidade de vida, Trilha
Monday May 26, 2008
Não tou muito inspirado para escrever tudo o que aconteceu na trilha nesse domingo, só tenho a dizer que ela foi sensacional
Vou publicar algumas fotos que dizem mais que palavras.
A travessia do Igarapé, com água em torno de 1m de profundidade, caminhamos pelo rio até um trapiche, localizado a uns 250m de distância.


Laércio, mais conhecido como Thysga, atravessando o Igarapé com a sua bike Highlander, com a água batendo na cintura.

Lá vem a galera, reparem no Airton vindo pedalando pelo igarapé, esse é guerreiro, e o Costa Montanha levando sua bike!

Lá vai o Airton pedalando!

Costa Montanha, relembrando seus treinamentos militares! Atras a Gaby Adventure!

Mais uma da Gaby Adventure.

Eu também apareço nas fotos!

Pessoal subindo o trapiche, depois de 250m de caminhada por dentro do Igarapé.


Mais uma da Gaby Adventure!

Descidão e subidão.

Ramal Fé em Deus, e meu nome escrito na placa!

***** Update *****
Video da Gaby atravessando o atoleiro.
[googlevideo=http://video.google.com/videoplay?docid=-4929553924604792935]
***** Update 2 *****
Eu descendo uma ladeira (filmado pelo Carlinhos)
[googlevideo=http://video.google.com/videoplay?docid=-1081048840283743412]
Posted by Bacu de Sunga | Under Belém, Momentos, Qualidade de vida
Monday May 26, 2008
Pense num bolo bom!!
Não durou muito para acabar!
Esse bolo de chocolate foi feito pela minha linda, maravilhosa, “acordadora de dorminhoco”, adventure, trilheira e “preparadora de bola” esposa!

Fui fazer o mapeamento da Trilha da Bica e ela ficou só em casa, quando cheguei, para a minha surpresa lá estava ele, em cima do balcão da cozinha, me chamando para degusta-lo!! Simplesmente delicioso!
Te amo!
Posted by Bacu de Sunga | Under Momentos
Monday May 26, 2008
Os bichos também amam!
Um momento de grande emoção: a procriação da espécie! Um OSGAsmo!
Inclusive fiquei sabendo que a produtora Brasileirinhas já fez uma proposta para esses dois atores.

PS.: Aqui em Belém o nome dado para esse bichinho é OSGA, mas em outros lugares do Brasil é chamado de lagartixa e eu já ouvi também chamarem de “Jacaré de Parede”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Osga
Posted by Bacu de Sunga | Under Belém, Bike, Ciclismo, GPS, Qualidade de vida, Trilha
Monday May 19, 2008
Essa foi, sem sombra de dúvidas, a trilha mais hard que já fiz!
Domingo (18/05), eu, o Max e o Bahia fomos fazer o mapeamento da Trilha da Bica. Saímos de casa por volta das 6:30 da manhã, a idéia era chegar no Balneário da Bica (S1 37 10.1 W48 20 45.8) por volta das 8h. O Balneário da Bica fica no quilometro 33 da Alça Viária, saindo de Belém dá uma média de 1 hora de viagem até o local.

Chegando lá, encontramos o Bahia, descarregamos as bikes e depois de dar uma analisada no mapa e no GPS saímos em direção aos nosso objetivos.

Logo na saída da Bica, entramos em um ramal um trecho bom de pedalar com algumas poças de lama que mais pareciam pequenos lagos, muita lama, argila escorregadia, pontes e pequenos igarapés. Seguimos esse ramal até chegar na casa do Samuel (S1 34 04.9 W48 20 30.4).

O Samuel é um morador da região que sempre ajuda quando tem trilhas por aquela região, sua casa fica na beira de um igarapé com profundidade média de 1,30m, nesse ponto teríamos que seguir o rumo do igarapé só que por dentro da água, já não tinha trechos de trilha por lá. Carregamos as bikes no ombro e seguimos “nadando” com a água batendo na altura do peito. Cerca de 250 m depois chegamos a uma palafita (S1 33 55.0 W48 20 35.5), onde continuaria a trilha com um single track bastante fechado, que o Max apelidou de “Jungle Track”.

Chegamos a um ramalzão, que nos levaria de volta a Alça Viária, esse ramalzão cheio de “tobogãs”, descidas e subidas com muita erosão e pedras, alguns pontos perigosos (S1 32 48.7 W48 19 48.6), como uma descida seguida por uma curva e uma poça de lama, na qual eu quase caí e o Max quase sai da pista. Chegamos na Alça por volta das 10:30h (S1 33 12.0 W48 18 07.5).

Pegamos um pequeno trecho de asfalto, uma corrente quebrada e uma parada para tomar um refri, e entramos em outro ramal que nos levaria até a comunidade de Tapera, o Bahia já sabia o que a gente ia enfrentar pela frente no caminho ele ia dizendo que íamos passar por duas pontes de madeira e bem alta e por uns igapós bem pesados, chegamos lá e o que o Bahia falava durante o trajeto se concretizou, a ponte (S1 31 17.0 W48 19 06.7) realmente estava lá, um pouco podre, mas estava lá, subimos a ponte e começamos a analisar como seria para passar por ela. Depois de uns testes, uma balançada pra lá outra pra cá, começamos a passar as bikes e descobrimos que nosso amigo Max tem medo de altura!

Do outro lado da ponte, pegamos um bom trecho de igapó, como o Bahia já tinha dito, seguimos até que chegamos em Tapera (S1 31 00.9 W48 19 04.8) e encontramos outra ponte alta (S1 30 57.6 W48 19 02.8) de madeira, mas essa, bem mais conservada e bonita. Após a travessia da ponte, seguimos por uma palafita até chegarmos em terra firme.
Voltamos a um ramalzão, já eram 12:30, o sol estava a pino, e seguimos novamente para a Alça Viária, seria o momento de pegar outro trecho de trilha, conhecido como Trilha do Macaco, do outro lado da pista.

Entramos ao lado de uma fazenda e logo no inicio avistamos uma trilha que seria sensacional, de longe víamos os tobogãs (S1 31 46.7 W48 17 45.1) que mais uma vez nos esperavam. Muitas descidas e subidas alucinantes, eu aproveitei para correr um pouco, mas chegou um momento que o sol já não estava mais deixando a gente pedalar como antes, já eram 13:00h e parecia que íamos torrar! Mas depois de mais uma descida seguida de uma curva e uma grande erosão (S1 32 41.4 W48 16 25.0), encontramos o tão sonhado igarapé (S1 32 43.2 W48 16 20.7) gelado! Uma parada para refrescar a cuca, tomar uma água e comer um besteira, para seguirmos…

Pedalamos por um ramal que nos levaria até a comunidade de São Francisco (S1 34 54.9 W48 15 16.8), já eram 15:00h, e fome começava a dar sinal de presença. Uma senhora preparou um prato de comida maravilhoso: Ovo, feijão, sardinha e farinha, égua da comida boa!!
Seguimos por uma ramal que nos levaria de volta a Alça, o mais próximo possível do Km 33, esse ramal parecia que não acabava mais!
Esse trecho era divido em dois tipos de terreno, um bom de pedalar, bem plano que dava pra desenvolver boas velocidades e outro bem pesado que o Bahia chamou de super-bonder-track, já que parecia que o pneu estava colado no chão!

Chegamos no ultimo trecho de trilha, em um ramal (S1 36 59.1 W48 20 12.7) que mais parecia um lago, mas totalmente pedalável! Seguimos por ele, até que faltando 1km para chegar na Bica, a corrente do Max quebrou de novo, seguimos andando, nã
o dava mais para parar e consertar, já não existiam mais forças ehehehehe
Chegamos de volta ao balneário, já eram 16:30, e nos preparamos para um banho nas águas cristalinas das piscinas da Bica.
Voltamos a Belém com a sensação de missão comprida!
Valeu Guilherme Bahia e ao Max Vandro pela trilha sensacional!
Sites relacionados:
http://www.eart.esp.br/forum/viewtopic.php?t=2124
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=134745
TrackLoc (GPS) do Trajeto:
Atendendo a pedidos, segue abaixo a altimetria da trilha dividida em 4 pedaços.
Fotos: Silvio Gustavo
P.S.: Eu não apareço em nenhuma foto
Posted by Bacu de Sunga | Under Amigos, Belém, Qualidade de vida
Wednesday May 14, 2008
Infelizmente eu estou sem muito tempo para postar, sabe como é… muito trabalho… muita coisa pra resolver e todas essas desculpas que a gente sempre dá quando está com preguiça!
Mas hoje vou publicar a foto de um doce feito especialmente pra mim
pela Itanaaaa!

Eu não faço nem idéia de como é feito, mas eu sei qual o sabor: Maçã verde!!
Pense num doce bom! Valeu Itanaaaaa!
Posted by Bacu de Sunga | Under Belém, Bike, Ciclismo, GPS, Qualidade de vida, Trilha
Monday May 5, 2008
Trilha da Pirelli promovida pela EART – Equipe de Aventura Ratos de Trilha no dia 27 de abril. Essa trilha fica nas redondezas de Belém e já faz parte do calendário anual da EART.
Segue o convite retirado do site da EART:
TRILHA EXTREMAMENTE PERIGOSA
No domingo, 27/04, iremos realizar uma das trilhas mais HARD de nosso calendário, alguns a chamam, respeitosamente de “Dona PIRELLI”.
Pedimos aos bikers, que avaliem, com bastante cautela, a participação na trilha.
Se resolver ir, NÃO convide alguém que nunca fez uma trilha pesada.
Com muitas subidas e descidas perigosas, trechos de tabatinga, ora lamaçentas, ora escorregadias, além de trecho com muita lama.
Esta trilha é tão perigosa, que NUNCA, terminamos uma sem que alguém saisse machucado, com ferimentos causados por quedas.
O pedal começa na Panificadora Trigal, seguindo pela Br e entrando pelo conjunto júlia Seffer, seguindo por trilha até sair na Alça Viária, atras do posto da Polícia Rodoviária Estadual, entrando a seguir na Fazenda da Pirelli. O ponto de descanso será no Clube Neópolis.

Eu em uma das descidas da Trilha da Pirelli

Gaby em outra descida na Trilha da Pirelli
Posted by Bacu de Sunga | Under Caiaque, GPS, Qualidade de vida, Remo, Trilha
Friday May 2, 2008
Ontem, mais uma vez fui me aventurar em um esporte com contato direto com a natureza, mas dessa vez não foi de bike.

Gaby
Na noite anterior a ansiedade era grande, era a primeira vez que iamos remar, já tinhamos comprado colete, preparado os sacos-estanque, a pochete com alguns lanches e uns utensilios que poderiam nos ajudar e a camelbak (mochila de hidratação).

Eu, na saida
Acordamos cedo, cheio de vontade de chegar logo ao lugar e nos preparar para a remada do Caraparú, mas antes, parada obrigatória para um café da manhã reforçado no goiano (BR-316) e um bate papo com os amigos que já estavam por lá. Ao chegarmos na comunidade de Caraparú (-01 22′ 17” -48 09′ 06”) encontramos os outros amigos, pegamos nossa camisa, escolhemos nosso caiaque e ficamos ali, naquele clima de confraternização e descontração com os amigos do pedal e agora do remo também!

Local da concentração
Descemos nosso caiaque a começaram os treinos, no inicio, tudo muito feio, eu remava de uma jeito, a Gaby de outro, um pra um lado e outro pro outro… imagina a briga, parecia que a gente não se entendia com o caiaque e com o remo!! Mas pegamos umas dicas com o Rodrigo, Rubinho e André e conseguimos nos sincronizar.
Agrupamos para as instruções do guia fizemos uma oração e partimos para a remada. Nos primeiros metros já comecei a pensar em desistir, achava que não ia aguentar, afinal eram 25km de rio e estamos no quilometro 4 e já estava sentindo os musculos sofrendo! Mas depois comecei a perceber que era só o aquecimento, e que já estava me acostumando com a dor e que dava pra seguir.

Fernando Lima, o rei dos mares!
No caminho, paisagens bonitas, um clima agradavel e uma correnteza favorável, além é claro da sacanagem com os amigos, uns derrubando os outros, jogando água… Aproveitei para conversar com os mais experientes e pegar umas dicas!

Gaby, mostrando toda a sua técnica!

Eu, nem tanta técnica assim!
Primeira parada em uma igreja, 15 minutinhos para esperar os atrasados e ficamos sabendo da nossa primeira baixa, o Guilherme, teve que voltar por que seu barco estava furado!

Essa foi a primeira parada.
Seguimos remando, remando, remando… até que chegamos no feijoal, mais uma parada para um lanche…

Elina MD e Gaby Adventure fazendo pose pra foto.
Mais uma vez, remando, remando, remando… parecia que não acabava nunca, começamos a ficar pra trás, ainda tinha mais umas 3 duplas atras da gente, o resto do pessoal, seguiu em frente e já nos esperavam no porto.
Eu e a Gaby, Sérgio e a Itana, Velasco Jr e a Suzane, Sylvia e o Namorido, estamos por ultimo e nas ultimas!! Faltavam ainda uns 10km e eu já não aguentava mais, minhas forças já tinham acabado, a Gaby ficava me dando forças pra continuar, me mostrando a “natureza”, mas eu já não via a hora de ver aquele porto.
- Amor, olha que linda essa árvore, olha a natureza… – Dizia a Gaby.
- Natureza de C* é P*C*!!!
Eu olhava no GPS e parecia que a gente tava fazendo uns “Cês”, e a correnteza, apesar de estar a favor, não ajudava muito…
Enfim, depois de longas e tenebrosas remadas, avistamos o porto e pessoal que nos esperava, mas ainda faltava chegar o barco do Sérgio e o Velasco.
Desembarcamos, carregamos o caiaque para o caminhão, e o onibus que ia levar a gente não aparecia, já começava a ficar tarde e nada do maldito onibus, informações desencontradas, uns diziam que o onibus tinha ido, mas como não encontrou ninguém ele foi embora, outros diziam que o onibus tinha ido pro porto errado, outros diziam que o motorista tava dormindo e os mais otimistas diziam que o onibus já tinha saido de lá pra nos pegar.

André, mostrando toda sua habilidade com o remo.
Não sei quem deu a ideia de irmos andando até a estrada, eram 15km de caminhada! Todo mundo se levantou e seguimos, eu já estava nas últimas, o Carlinhos carregou a minha pochete e lá fomos nos, o chão parecia não ter fim e eu ficava cada vez mais tonto, começava a anoitecer e eu comecei a sentir frio e ficar pálido, mas queria seguir assim mesmo, as minhas pernas pareciam que estavam seguindo o rumo sozinhas, por que eu já não comandava nada, também não queria falar nada (burrice minha) para não preocupar meus amigos e principalmente a Gaby, tive ância de vomito várias vezes e segurei.

Irmãos Velascos
Chegou uma certa hora que já não aguentava e um pouco antes de sentir que ia desmaiar, a Elina olhou pra mim e perguntou se eu estava bem e eu respondi que não… Alguns pararam outros continuaram, minha pressão tinha caido e eu tava fraco, comi algumas coisas, deitei no chão da estrada e fui melhorando aos poucos.
A noite começava a cair e nada de aperecer o tal onibus, resolvemos continuar andando para encontrar o resto do pessoal que já tinha seguido andando… mas eu passei mal denovo e dessa vez foi pior. Elina, Paulo, Gaby e todos os outros, me deitaram no chão e eu tremia demais, me cobriram com os coletes, camisas, jaqueta para que a temperatura do meu corpo subisse, e fui melhorando… E nada do tal onibus!
Anoiteceu, alguns pegaram carona em motos que passavam por lá, a ideia era ir até a comunidade de Caraparú pegar os carros para socorrer os que estavam pra trás, mas enquanto isso a gente no meio da estrada e as horas foram passando…
Voltamos a pé até uma comunidade que serviu de apoio e ficamos por esperando o “resgate”. O Pacoval e a Altair logo providenciaram uma refeição para os “desalojados” e um café quentinho. Por volta
das 22h chegou um caminhão e socorreu todos! Graças a Deus tudo ficou bem, e ninguém teve nada grave!
Nessas horas é que pensamos o quanto é bom lembramos sempre de levar algumas coisas básicas que em horas de apuros podem ajudar bastante: Lanterna, faca, comidas, isqueiro… enfim, agora eu já sei, sempre que partirmos para uma aventura, vou levar o kit de sobrevivência!
Vou aproveitar para agradecer a algumas pessoas.
Elina, por ter cuidado de mim, Dr. Paulo, por ter me socorrido, Velasco Jr, por ter ido buscar o meu carro, Carlinhos Helfer, por ter carregado minha pochete (estava pesada, eu sei!), Pacoval e Altair, por ter feito o lanche pra galera, Fernando Lima, pelo bom bate-papo, Itana, pelo carinho, Sérgio, pelas brincadeiras sem-graça nas horas mais inapropriadas, e principalmente a Gaby, pela preocupação comigo!
Quando vai ser a próxima aventura??
TrackLoc: http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=127712