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Monday Jan 12, 2009
Alan Tamer no convite!
Existem 2 pontos que eu gostaria de frisar com relação ao clima que vocês irão encontrar durante a trilha: o forte calor e vento contra.
Bragança possui um verão bem diferente do de Belém. Aqui raramente chove durante essa época e quando eu fui fazer essa trilha no último domingo, não caiu uma gota sequer e o sol acompanhou a gente durante o dia inteiro. Acho que não chove 3 dias seguidos há meses por aqui.
Como a região que iremos pedalar é muito aberta, quase não possuindo trechos de mata fechada, esperem um sol muito forte na cabeça e tragam bastante líquidos.
Agora imaginem tudo ao contrário… foi assim a trilha do pernalonga.
O Alan provou que ele como meteorologista é um excelente biker!
Choveu do inicio ao fim da trilha… mas vamos por partes:
Sábado: Cheguei em Bragança por volta das 14h, e comecei a procurar os Hotéis, andei por vários.. mas finalmente ficamos no Lucian, o mesmo que o Alan está hospedado, o Hotel é muito bonzinho, mas não tivemos muito tempo não… Quando eu pensei que ia fazer um lanche/almoço o Alan já estava chamando pra ir pra trilha do aquecimento… que mais tarde virou a trilha da mentira, só quem sabe o porque do nome é quem estava lá, e olha que o Tysga nem foi…
Saimos pedalando pela cidade, eramos poucos, eu, Gaby, Alan, Ivan, Colin, suas duas filhas e um garoto que estava acompanhando… Mas ainda na cidade, encontramos o Sérgio, Velasco e Ângela que estavam chegando naquele instante… eles foram pro hotel e nós saimos para a trilha.
Quando passamos pela ponte que atravessa o Rio Caeté, eu recebi uma ligação do Fabinho, perguntando se dava pra gente esperar ele e a Dani… Ok, paramos na estrada e começamos a esperar… mas como todo mundo sabe… o Fabinho nem gosta de demorar… esperamos… esperamos… esperamos… esperamos… até que eles apareceram, trazendo consigo o Velasco, Ângela, Gabriel e Sérgio, pronto, agora eramos um grupo maior…
Seguimos até o mirante, em uma subida que… bem… não sei explicar… era “a subida”! Os (tri)atletas conseguiram tirar de letra, eu fui empurrando mesmo… o Gps marcava embaixo apenas 12m e lá em cima 34m de altura.
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Chegamos ao Mirante, um ponto sensacional, com uma vista privilegiada de bragança. Agora era a hora da descida, aluciante… o Alan marcou no seu ciclo 57,5km/h, eu marquei no GPS 61,5km/h, não lembro o do velasco.
Seguimos agora pra parte noturna da trilha, outro trecho muito legal, aliais, qualquer trilha noturna pra mim é show! Seguimos até chegar na Vila-Que-Era, “era” o que? Era Bragança… lá que tudo começou. Fomos recepcionados por crianças do local, curiosos com as luzes das bikes.
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Seguimos por ramais, singles, subidas e descidas até voltarmos a Bragança, onde encontramos o Max Jardim com a sua familia num bar.
A noite saimos para jantar e pegar uma boa chuva… A mesa parecia aquelas de aniversário de tanta gente que estava lá, e toda hora chegava mais um, na hora da chuva, todo mundo correu da agua que caía, só ficou eu, Carlinhos e Tysga comendo debaixo d´agua.
Domingo: Acordei por volta as 5:30, quando sai do quarto, só encontrei o Carlinhos acordado, logo depois o Max, Carla e o “100% Delta”.
Daqui a pouco a Gaby acordou e o Alan apareceu, só deu tempo para um (excelente) café da manhã reforçado e saimos para a pedalada.
Chegamos na praça da bandeira e alguns bikers já estavam por lá, se preparando para a partida. Logo depois começaram a chegar os outros bikers.
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Depois de alguns alongamentos partimos para a oração.
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Partimos para a trilha debaixo de muita chuva e ai começou a cair a previsão do Alan, e assim foi o dia todo, chuva e mais chuva.
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O primeiro ponto interessante foi a pedreira, achei sensacional aquela área. Descemos numa velô show. Muitas fotos!
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O segundo ponto bacana foram as planices bragantina, parecia que a gente tava no Marajó, impressionante a semelhança… Fizemos um Bosta-track, e seguimos para uma foto oficial, com direito a guerra de bosta proporcionada pelo Carlinhos, inclusive depois encontrei os parentes dele recem-nascidos…
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Alguns pontos eram bem fechados…
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O terceiro ponto show de bola foi a Hotel Fazenda Vitória. Pense num lugar bonito! Bacana foi as meninas falando “Hummm…” e olhando para os respectivos maridos quando o cara falou sobre o final de semana romantico que o hotel proporciona…
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Eu encontrei a irmã da Patricia.
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No final da tarde ainda sobrou um tempo para um lanche no Natal!
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Bem, no mais, só as fotos para explicar tudo o que aconteceu por lá!
Mas eu quero fazer aqui um agradecimento especial ao amigo Alan Tamer, que nos proporcionou esse final de semana sensacional, nos levou para conhecer lugares maravilhosos e foi nosso companheiro em todos os momentos, desde o momento que chegamos até quando fomos embora!
Estamos torcendo por você nessa nova etapa da sua vida e que você tenha muito sucesso!!
Valeu Alan!!
Fotos e Tracklog (GPS) da Trilha da Mentira.
Fotos e Tracklog (GPS) da Trilha do Pernalonga.
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Saturday Jan 3, 2009
Poxa… fazia tempo que nao postava nada aqui no Blog… não vou mentir dizendo que era falta de tempo por que era pura preguiça mesmo…
Mas o motivo desse post não é ficar falando de preguiça.
Já fazia muito tempo que eu estava querendo brincar de Geocache e sempre adiava, ou esquecia… Nesse primeiro dia do ano, finalmente consegui colocar meu primeiro cache. Mas afinal de contas, o que é Geocache? Ninguém melhor pra explicar que a Wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Geocaching
Geocaching é um desporto de ar livre que envolve a utilização de um receptor de GPS (”Sistema de Posicionamento Global”) para encontrar uma “geocache” (ou simplesmente “cache”) colocada em qualquer local do mundo. Uma cache típica é uma pequena caixa (ou tupperware), fechada e à prova de água que contém um livro de registo e alguns objectos, como canetas, afia-lápis, moedas ou bonecos para troca.
A primeira colocação de uma cache com auxílio de GPS ocorreu em 3 de Maio de 2000 por Dave Ulmer. A localização foi anunciada no newsgroup sci.geo.satellite-nav. Três dias depois tinha sido encontrada duas vezes e registada uma vez.
O Geocaching tornou-se então popular. Em 22 de Maio de 2006 contam-se 269715 caches activas em 221 países (sendo 590 em Portugal, 60 no Brasil, 2 em Macau, 3 em Moçambique e 3 em Cabo Verde) e anunciadas no site oficial:
Geocaching.com
Voltando ao meu primeiro Geocache, resolvi colocar um cache bem fácil, na estrada que vai pra Mosqueiro, dentro desse cache, coloquei um livro de visitas e uma moeda. Marquei as coordenadas no GPS e publiquei no site oficial e no site brasileiro de geocache (http://www.brasilcaching.com.br/index.php). Infelizmente, aqui em Belém e talvez no Pará inteiro, pouca gente conhece essa modalidade, mas mesmo assim vou continuar escondendo os caches pela cidade e pelas trilhas que eu faço de bike!
Aqui vai uma foto do cache que publiquei.

Ficou curioso pra saber onde eu escondi o cache? É só visitar o site Geocaching.com e procurar por GC1KC81 (precisa ser cadastrado pra ver as coordenadas) ou no site do Brasilcaching.com.br.
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Monday Nov 3, 2008

Foto: Sérgio Batista
Sem dúvida a melhor trilha do ano!
Pra mim, tudo começou no sábado de manhã, a expectativa era grande para a trilha, afinal ia receber os amigos da EART na minha casa em Mosqueiro para uma trilha noturna.
Minha preocupação era com a palafita que existia no primeiro quilômetro do percurso, não sabia se ela ainda estava de pé e se dava para passar por lá.
Cheguei em Mosqueiro de manhã e depois de limpar a piscina com a ajuda do Victor, fomos pedalando para a palafita… chegando lá, carreguei a bike para uma travessia de verificação e vi que o estado dela não era um dos melhores… voltamos, e eu tinha que pensar rápido em uma alternativa para chegar do outro lado do alagado que tem ali. Depois de conversar com alguns moradores do local, eles me indicaram o que seria o caminho alternativo. Perfeito, tudo certo…
De tarde, chega o Ailton (Vacuzão) e a Elina (MD)… Depois o Max, Sérgio e o Zé Gotinha… Enqaunto isso Ailton comeu umas 20 mangas (sem exagero), e quiz fazer uma churras antes de sairmos para pedalar…
Enquanto o churras rolava, começavam a chegar os participantes… muitos ligavam para pedir para esperar, muitos chegavam pedalando… o pessoal do Freerider acabou de devorar as mangas com a ajuda do Massara!
Todos a postos, roda, instruções iniciais, oração e contagem… 37 bikers!
Partimos para trilha que começou em uma passagem por ruas da praia do ariramba, quando percebemos, já estavamos no areial com singles tracks cheios de buracos.
Passamos pela primeira parte do areial e logo recebi uma chamada no Max no rádio, ele dizia que conseguia ver as luzes das bikes da frente mas não encontrava o caminho para chegar nelas… paramos nesse ponto e eu tive que voltar para busca-los, ainda bem que essa foi a única perdida.
Seguimos pela segunda parte do areial em alta velocidade, quem estava na frente me acompanhava… e chegamos em um monte de cerragem… no meio da trilha… um pequeno morro que o pessoal do Freerider passou sem problemas com seus pulos.
Seguimos por um outro ramal e eu, falando no rádio peguei uma queda, foi o suficiente para a Elina, que vinha o tempo todo atras de mim começar a me sacanear: O Bacu caiuuuu!! O Bacu caiuuuu!! O Bacu caiuuuu!!
Mas ela pagou pela boca…
Seguimos para a outra parte do areial, essa um pouco mais fácil até chegarmos a PA.
De lá seguimos para o Portal de Mosqueiro para a foto oficial e depois para a entrada da trilha do caruaru (a do enduro).
Essa parte da trilha foi a mais emocionante, sempre vinhamos na seguinte ordem: Eu, Elina, Ailton, Rodrigo… era uma velô só… tinha curvas que a gente fazia de lado, com a mão no freio… e a Elina, mais uma vez comprovou que é MD… sem nenhuma lanterna ela acompanhou a gente o tempo todo… tá certo que nem sempre ela estava em cima da bike… por duas vezes (pagando pela boca) caiu e no final da trilha estava toda descabelada, parecia que tinha visto assombração eheheheheh
O Rodrigo também comeu areia, pegou uma queda espetacular… voando por cima da bike…
Chegamos no Caruaru e fizemos uma parada para um lanche… logo, logo já estavamos denovo na trilha… em uma velô sensacional… pegamos uma boa distância do segundo pelotão e resolvemos apagar as luzes e nos esconder para dar um susto na galera…
O clima entre os bikers era de total descontração… seguimos para a parte mais perigosa da trilha… a trilha das cobras… muitos galhos que pareciam laminas passavam na altura do ombro, pedindo uma atenção maior e uma velocidade menor… chegamos novamente a PA, com 31 km percorridos… ainda restavam 4 km… mas já eram 11:40… e tava tarde… depois de uma votação… resolvemos não fazer esse percurso. Voltamos para casa com mais uma trilha concluida… e muitas histórias para contar!!
Quero agradecer a todos que estavam presente, principalmente ao Max, por ter sido fecha trilha, ao Sérgio pelo apoio, e ao Victor por ter ido verificar a palafita comigo…
Valeu também ao Rodrigo, Ailton, Elina, Gaby, Márcio, Sabino, Iron Bike, Galera do Freerider (Fabricio, Carlinhos e sua turma), Erick, Milton (que nunca mais tinha aparecido), Carla, ao amigo camuflado que eu esqueci no nome (desculpa!), e a todos os outros que estavam presente!!
Arquivo do GPS:
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=231751
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Thursday Oct 9, 2008
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Monday Sep 15, 2008
Esse sábado fizemos uma remada boa, saimos do ver-o-rio até o restaurante Saudosa Maloca na Ilha do Cumbu.

Sexta-feira, 19h:
- Tuuuuuuuuuuu Tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
- Falaaaaaaaaa Bacuuuuuuuuuu!
- Faleeee MD!! E ai? Já arrumou o caiaque pra remar amanhã?
- Pô Bacú, ainda não, mas perai que vou ligar pro Vicente e te retorno já já!
5 minutos depois:
- Bacú o Vicente disse que tu pode pegar o caiaque lá na casa dele!
E lá fui eu e o Sérgio (sem-noção) pegar o caiaque para a Elina. Depois de amarrado era só esperar o dia seguinte!

Sábado, 6:00h: Já estava de pé, organizando tudo em casa e me preparando para mais uma remada. Acordei a Gaby e depois de tudo pronto saimos por volta das 7:00h em direção ao ver-o-rio.

Chegando lá encontramos com o Fernando Lima, o Igor, o Beto e o Evaldo e seu filho. Desembarcamos o caiaque foca do carro e começamos os preparativos e ficamos esperando o resto do pessoal! Carlinhos e Rodrigo marcaram furo, a Elina chegou logo depois seguida do Eduardo, trazendo dois caiaques em seu carro, um deles eu ia usar com a Gaby: o Búfalo.


Saimos do ver-o-rio as 7:30 em ponto e começamos a nossa remada, tranquila… Eu e a Gaby no Búfalo, o Beto num Amazonas, o Fernando no seu já conhecido Carolina, o Eduardo no seu “não sei o nome”, Igor e seu amigo em um Foca, o Evaldo e seu filho em um duplo e a Elina mais uma vez comprovou que é MD, ela foi sozinha num Foca duplo. Tiramos umas fotos e seguimos, passando em frente a Estação das Docas, Ver-o-Peso, Magal das Garças e Portal da Amazônia, onde resolvemos atravessar o rio. Nesse trecho a marola e ondas começaram a dar uma adrenalina maior a aventura. As ondas levantavam a proa do caiaque e a Gaby gritava de emoção e medo, e quando o caiaque caía a proa “enterrava” na próxima onda! A adrenalina foi demais, e eu fiquei um pouco “mareado”, e claro que o pessoal começou a sacanear dizendo que eu estava grávido (kkkkkkkkkkkkk)!





Seguimos mais um pouco e paramos para um lanchinho na casa de um amigo do Evaldo. Lanche feito seguimos até nosso destino: Saudosa Maloca.


Chegando lá encontramos com mais um caiaquista, o Valber, que já estava tomando umas! Ficamos por lá, confraternizando e esperando a maré virar para voltarmos, o Evaldo resolveu dar uma volta pelo Rio Cumbu para visitar seus amigos. Fizemos a festa, contando “causos”, piadas de argentino, sacanagens mutuas e a maré virou e nada do Evaldo voltar, esperamos mais um pouco, e lá vinha o Evaldo voltando, preparamos a saida e ás 12:35h saimos de volta, com o sol a pino.


Na volta, bem mais tranquila, ainda demos uma parada no que restou do Iate Clube (dá pena de ver como tão as coisas por lá), e seguimos de volta ao ver-o-rio, na volta, algumas correntezas fortes a favor e já no final da remada um pouco de corrente contra!





Chegamos ao ver-o-rio as 14:45h, satisfeitos por mais uma remada e um momento alegre com amigos!
Mais algumas fotos:








Valeu Galera!
Segue o trajeto no WikiLoc (GPS) da remada:
Dados Gerais:
Total: 20,9 Km em 6 horas e 50 minutos
Ida: 9,1 Km em 1:30h média de 7Km/h (Com paradas)
Parado: 3 horas e 9 minutos
Volta: 10,4Km em 2:10h média de 5Km/h (Com paradas)
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Posted by Bacu de Sunga | Under GPS
Thursday Sep 4, 2008
Essa é uma lista que rola pela internet em vários sites de tecnologia (aqui, aqui e aqui), e é uma pergunta pertinente, várias pessoas já me fizeram ela. Então, vou publicar a mesma lista aqui, já aproveitando pra pedir permissão ao seu autor, que eu desconheço!
50 coisas que você pode fazer com um GPS…
1) Achar onde deixou o carro num grande estacionamento ao ar livre.
2) Gravar exatamente o ponto onde há algo interessante e trazer alguém depois ao mesmo lugar.
3) Verificar o erro do velocímetro do seu carro.
4) Usa-lo como velocímetro de precisão no seu carro.
5) Estimar a hora de chegada nos locais.
6) Voltar pelo mesmo caminho que foi, como se pisasse nas suas pegadas.
7) Saber exatamente que horas são e acertar seu relógio.
8 ) Calcular a distância entre duas cidades sem nunca ter posto os pés em nenhuma delas.
9) Planejar seu passeio e até mesmo onde estão os postos de abastecimento.
10) Ser informado pelo GPS sobre os locais onde existem radares de transito (só como curiosidade, claro).
11) Saber onde seu avião está neste exato momento e sua velocidade de vôo (algumas empresas não permitem. Informe-se antes).
12) Responder com precisão à pergunta: “Já chegamos?”.
13) Saber onde estão todos os McDonalds na sua rota de viagem.
14) Informar com exatidão ao reboque onde seu carro está enguiçado.
15) Saber a altitude que está no momento ou depois, em casa.(mesmo nas unidades que não possuem altímetro).
16) Coloca-lo dentro de um saco plástico numa mochila nas costas e surfar. O GPS dirá sua velocidade máxima e desenhará a trajetória das suas manobras. A maioria é à prova dágua. Confirme.
17) Meça o perímetro da sua fazenda. Muitos GPS calculam a área automaticamente.
18) Saber depois da viagem, já em casa, qual foi sua velocidade em cada ponto do passeio, a direção, a hora e a altitude no ponto que quiser.
19) Saber sua velocidade ao caminhar ou correr.
20) Saber quantos quilômetros ou quanto tempo já caminhou.
21) Usar como bússola (em movimento).
22) Se viu algo interessante pela janela do ônibus, marcar o ponto para voltar lá oportunamente.
23) Hora exata do nascer e do por do Sol no local que desejar (mesmo não estando lá).
24) Informar exatamente onde aquela foto foi feita.
25) Calcular com bastante precisão quanto tempo levará para chegar na casa da praia, não em linha reta mas pela estrada mesmo.
26) Preso à coleira do seu cão, saber onde seu cão costuma passear: a trajetória estará gravada na memória do GPS. Se voltar SEM o GPS, provavelmente passeou pelo Rio de Janeiro…
27) Localizar uma confluência. Confluência é o local onde temos um número inteiro para latitude e longitude. Por exemplo: 23°S 42°W .
28) De dentro de um avião, fazer uma previsão do tempo de chegada em algum lugar.
29) Sair pela cidade a esmo… especialmente uma cidade que você nunca foi. Se perca. Quando cansar olhe para o GPS… é fantástico.
30) Descobrir qual o caminho mais curto para chegar ao seu trabalho/faculdade etc e economizar tempo e combustível. Depois de alguns meses o valor do seu GPS vai ser compensado pela economia de combustível
31) Acompanhar uma longa viagem de ônibus sabendo onde vc está, velocidade, altitude… É uma boa forma de passar o tempo, eu particularmete acho muito divertido.
32) Praticar o Geocaching. Um tipo de caça ao tesouro, onde vc pega as coordenadas do local onde encontrará objetos escondidos.
33) Ir diretamente para um endereço que você não tem certeza de saber chegar. É muito mais pratico do que aqueles mapas enormes.
34) Vai para uma cidade nova a passeio ou trabalho? Programe seu GPS com todos os lugares para onde pretende ir e você chega lá facinho.
35) Saiba a velocidade e distância que percorreu com sua bike além de saber exatamente por onde passou.
36) Se você ve um acidente em algum lugar ermo, uma floresta, uma fazenda… Pode voltar com a ajuda no local exato.
37) Se você é o acidentado, pode ligar para a ambulância e passar suas coordenadas geográficas e eles vão dar um jeito de te achar (se não forem incompetentes demais para isso).
38) Não sei se já citaram isso, mas… Pode prender o GPS escondido no carro do seu filho e deixar ele gravando todo o trajeto. E assim saber por onde ele anda, se realmente está indo onde disse que iria. É praticamente um dedo duro eletrônico de bolso hehehe.
39) Sabe-se que existem hoje em dia carros com um sistema de segurança que mostra a todo momento onde o carro está.
40) Versões modernas de GPS possuem um recurso chamado jumpmaster que serve para os para-quedistas saberem a hora exata de pular de um avião para cair no lugar certo.
41) Você acabou de mudar de cidade e não conhece nada por lá… O GPS terá um mapa te mostrando a cidade toda e fica bem fácil saber para onde você está indo. Você andará pela cidade como se a conhecesse como a palma da sua mão.
42) Alguns aparelhos mais sofisticados possuem alguns joguinhos muito interessantes como é o caso do jogo do labirinto onde vc caminha para fazer com que a setinha ande pelo labirinto até que saia dele. Para fazem-la andar você deve andar de verdade.
43) Sem sua empresa você pode mandar o entregador usar um GPS pré-programado com uma rota e os waypoints dos locais das entregas e assim ele chegará mais rapido. Bom para entregador de pizza chegar na casa das pessoas com elas ainda quentinhas hehehe
44) Você pode usar de velocímetro para bicicleta, carro moto avião, ultra-leve ou até mesmo apé, com uma precisão melhor que os velocímetros desses veículos.
45) Você pode programar uma viagem detalhadamente, os lugares onde vai parar para abastecer, para comer, para descansar, dormir… Legal se você gosta de viagens longas onde quer ficar um pouco em cada cidade. (leve muitas pilhas)
46) Descubra vários caminhos para voltar para casa e pegue o menos congestionado. As vezes o caminho mais curto não é o mais rápido. O GPS pode catalogar esses caminhos todos e dependendo da hora você escolhe qual usar. Além de poder cronometrar o tempo que leva pra chegar em casa por cada uns desses caminhos, traçar medias e então escolher o mais eficiente… Se vai de ônibus pode cada dia pegar um diferente e ver qual faz o melhor trajeto. (infelizmente não funciona dentro do metro por motivos óbvios).
47) Você pode passar as coordenadas de onde está para um amigo seu que também tem GPS e ele vai te encontrar.
48) Marcar waypoints e depois localizá-los através do Google Earth.
49) Nada como marcar os melhores cantos no litoral de Santos/SP onde estão escondidos os Robalos e Badejos…
50) Marcar os pontos que mergulhamos, sejam em mar aberto, costões, ilhas, parcéis ou lajes..
Posted by Bacu de Sunga | Under Amigos, Belém, Caiaque, GPS, Momentos, Qualidade de vida, Remo
Wednesday Aug 20, 2008
Mais uma vez combinamos de fazer a já “famosa” remada no Rio Pratiquara.
Saimos da fazenda o Seu João, que mais uma vez deu todo seu apoio, e seguimos até a vila! Dessa vez saimos as 10:40 e depois de 3 horas de aventura chegamos ao final do percurso!
O Fernando Lima postou um relato no fórum e eu tomei a liberdade de copiar para cá:
Chegamos ao sítio do Sr João Cerqueira logo após às 10:00h, com a maré no finzinho da enchente. Não posso deixar de agradecer a recepção sempre calorosa do Sr. João, disponibilizando sua rampa para iniciarmos nossas remadas.
Fomos eu, Gustavo, os Nivinski (Eduardo, Eduardinho, Gabriel e Ricardo), Rubiara e Ricardo Polaro. Eram cinco caiaques, o Carolina, o Amazonas, do Rubinho, um individual do Eduardo e dois Foca.
Vale destacar que o Eduardo remou em solitário um Foca, transportando o Gabriel e o Ricardinho. Haja braço!
Logo depois que começamos a remar a maré começou a baixar mais definidamente.
O engraçado era o Gustavo tentando entrar num acordo com o Amazonas, que estava sem quilha. Acho que ele remou um percurso três vezes mais longo do que os outros, tantos foram os ziguezagues de uma margem à outra do rio…
Mas o Eduardo passou uma série de dicas de remada que serviram não só para o Gustavo como para todos nós. Foi uma verdadeira aula!
Logo depois da boca do Caruaru, fizemos uma parada no flutuante do Nonato, mas este não estava lá e demoramos pouco, apenas o tempo de dar uns mergulhos, esticar as pernas, comer alguma coisa e retomar a remada.
A partir daí, a correnteza a favor já estava bem forte, chegando a mais de 5Km/h. Rubiara e Ricardo Polaro, num Foca, até praticaram slalom nas varas de matapi…
Logo chegamos à embocadura do Rio Murubira e à Baia de Santo Antônio.
A Baia estava bem ondulada e a ponta do pedral da Fábrica Bitar bem “arrepiada”, fazendo subir a adrenalina. Eduardinho, Gustavo, Rubiara e Ricardo passaram o pedral sem maiores problemas e pararam na prainha para nos aguardar. O Eduardo, remando solo o Foca com os dois mninos, vinha mais lento e eu o acompanhava, para dar o apoio que fosse necessário. Quando vi que ele daria conta do recado (que remador!), liguei o turbo dos braços e passei direto pelo pedral até chegar na corrente ao largo da praia.
Todos reembarcaram para a última perna da remada. O Eduardo, após passar o pedral, percebeu que não conseguiria superar o remoinho que se forma naquele ponto e preferiu seguir pela praia com os dois filhos menores, enquanto o Eduardinho levava os caiaques até a Vila.
Chegamos à Vila sem maiores percalços, com o GPS indicando 13Km percorridos em 2:30h de remada, com média de 5,2Km/h e 3:00h de passeio.
Colocamos os caiaques sobre os carros e fomos almoçar, que ninguém é de ferro!
Agradeço ao Rubinho, que cedeu o caiaque Amazonas para ser testado. Esse caiaque está à venda nos Classificados da EART.
Agradeço também aos companheiros pela companhia nessa excelente remada. Que venham outras!
Vou postar as fotos depois.
_________________
Fernando Lima
Equipe CURUPIRA
“Bons meninos vão para o céu,
trilheiros vão para qualquer lugar –
em terra ou na água.”
Abaixo algumas fotos do inicio da remada:

Eu e a Manu, olhando num sei o quê!

Eu “quase” caindo ao entrar no caiaque!

Recomposto!

Saindo…






Ribeirinhos…

Eduardo e seus passageiros.

Contraste.

Grandeza!
Posted by Bacu de Sunga | Under Acidente, Caiaque, GPS, Remo, Trilha
Thursday Aug 7, 2008
Já faz um tempo, mas só agora me lembrei de postar as fotos de um GPS de um amigo meu que ficou totalmente destruido depois de ser atropelado.
A história é a seguinte: Tinhamos acabado de sair de uma remada cheia de problemas, e o Carlinhos tinha ido em um moto-taxi procurar ajuda para transportar os remadores para cidade.
Levou seu GPS em uma pochete e no meio da estrada ele caiu. Na volta, tentou encontrá-lo, e conseguiu, mas o estado dele era o seguite:



Posted by Bacu de Sunga | Under Belém, Bike, Ciclismo, GPS, Momentos, Qualidade de vida, Trilha
Monday Aug 4, 2008
Mapeamento
Essa trilha pra mim começou no sábado de manhã. Tinha combinado com o Guilherme e com o Max de fazer o reconhecimento/levantamento/mapeamento da trilha, verificar as condições das passagens (principalmente a palafita) e encontrar um caminho novo que levasse do areial do Ariramba até o Ferdinandes.
O Max chegou em casa cedo e por volta das 8h já estavamos pedalando em direção as palafitas, o Guilherme já tinha me ligado e dito que ia demorar, pois estava vindo de ônibus.
Saimos, eu e o Max, e logo nos primeiro quilômetros chegamos a palafita, a condição dela não era das melhores, estava bastante podre e com um aspecto que ia quebrar a qualquer momento, e realmente foi o que aconteceu quando o Max pisou em uma tábua não muito confiável.
Depois do susto, seguimos pelo areial do ariramba para encontrar o Guilherme que já tinha me ligado e estava nos esperando na frente do Sítio do Sr. João. Após uma breve sentada em uma mesa, papel e caneta na mão e uns traçados para definir a estratégia, saimos.
Chegamos no sítio e conversamos com o Sr. João, que nos disponibilizou seu sítio para nosso ponto de apoio. Fizemos o reconhecimento de um single-track e saimos na PA, a ideia agora era pegar o areial do ariramba e sairmos para encontrar o Ferdinandes, lá na PA que vai pra carananduba. Seguimos por uns caminhos tortuosos, e depois de se perder algumas vezes, encontramos finalmente o caminho correto. Entramos no areial do Ferdinandes e fizmos o reconhecimento da trilha, pronto, missão cumprida e de volta pra casa.
A trilha

Antes de sair de casa recebo a notícia de que o Max não iria para trilha, tinha acordado se sentindo mal, com dor de cabeça e preferiu ficar em casa… mas, acredito eu que esse problema era de coleira (kkkkkkkkkkkkk sacanagem Max!)
Chegando ao sitio do Sr. João, fiquei esperando o pessoal chegar, os primeiros foram os IronBikes (acho que eles estavam anciosos para ver a sua nova sede!), depois veio o Ailton, Ieda, Malcher, Marcio com seu amigo, Ramon com seu rádio rosa e fazendo confissões que tinha ido “fazer dinheiro na Duque” (Não entendi, mas tudo bem), Carlinhos e Thysga (pra variar reclamando que o Carlinhos não tinha oferecido café da manhã pra ele), Prof. Pacheco e um maluco (que não vou citar nomes) num Honda Civic, dando cavalos de pau e assustando nossos bikers mais idosos!! Entre outros amigos de pedal!
Roda, informações iniciais, oração, contagem (com uma singela homenagem ao Ramon) saimos para o primeiro trecho, um single-track fechado e cheio de raizes e alguns troncos caidos pelo caminho, Depois entramos em um jungle-track e mais a frente em um bosta-track, ramalzão até a PA, entramos em uma ruazinha e fomos parados para a Blitz do Taluí: “Todo mundo encostado na parede!”

Seguimos pelo Murubira, Ariramba (onde uns politicos mais exaltados queriam tirar proveito do nosso passeio para fazer campanha!) e passamos em frente a minha casa, com direito a torcida organizada e tudo: “Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú”

Quando eu já estava na rua ao lado de casa, alguém me avisa: “Teu sobrinho tá correndo atras de ti até agora!” quando eu olho pra trás, lá vem o muleque de 6 anos correndo no meio das bikes!!
Resolvi dar uma parada para capturar o fujão e por coincidencia, foi logo na frente da sede do Iron Bike! Eles fizeram a festa, encontraram suas amigas e apresentaram ao Carlinhos que foi logo perguntando: “Tem alguma menina de verdade ai?” recebendo uma resposta negativa!

Seguimos para a palafita, com direito a queda de ninguém mais ninguém menos que o “MASSARAAAAA”, aliais, por falar em Massara, fiquei sabendo que um amigo nosso, andou passando por ele em uma trilha e falou: “Aiii Masssaaaaaraaaaaaaa” hum… sei não….

Areial do Ariramba, ramalzão, Areial do Ferdinandes, Lagoa Azul…

Na Lagoa Azul o Carlinhos inventou uma nova “brincadeira”, pulava em cima de um flutuante e ia deslizando até a água… e ele não queria deixar ninguém brincar: “Eu que inventei essa brincadeira e ninguém vai brincar, só eu!!”

Continuamos no ramal do Ferdinandes até chegar na estrada da Baia do Sol, entramos em outros ramais, passamos uma piscina “gigantesca” abandonada e seguimos até a fazenda a TABA chegando na estrada do paraiso.
Depois de um pedaço de asfalto com direito a uma parada no Portal da Ilha para fotos e confraternizações, seguimos para a trilha do enduro, iriamos apresentar a trilha da cobra, uma trilha muito boa, muito técnica e muito fechada!!

Finalmente de volta ao Sítio do Sr. João e final de mais uma trilha! Esse segundo semestre promete!!!
Quero deixar aqui meus agradecimentos ao Guilherme, ao Max que fez falta, ao Fábio pelas fotos, ao Carlinhos pelo apoio e principalmente aos Iron Bikes que além do apoio a trilha, foram nos divertindo o tempo todo!!
Valeu galera e até a próxima!!
http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=173730
Fotos: Fábio “taluí” Araujo
Posted by Bacu de Sunga | Under GPS, Notícias
Wednesday Jul 30, 2008
Ontem, finalmente recebi meu GPS de volta. Depois de passar mais de 1 mês na assistencia técnica apenas para trocar um botão que tinha rasgado.
Meu GPS fez uma verdadeira aventura, foi de carona com o Otaciano pra São Paulo e voltou de carona com o Carlinhos, passando ainda por Floripa.
Mas… agora meu sonho de consumo é o novo GPS da Garmin, o Oregon 400t. Esse GPS além de fazer tudo o que meu faz ainda tem recursos de mapas com topografia, cartão de memória bem maior, tela com maior resolução e tamanho, e além disso tudo, ainda é TouchScreen. Ahhh sem esquecer que ele tem Wireless, para baixar mapas atualizados e geocaching.

Comparando com o meu, dá pra ver bem a diferença de recursos, mas o que me deixou com mais vontade de ter um foi o tamanho da tela… Mas ainda vou ter que esperar um pouco pra poder comprar um desses… ainda nem chegou aqui no Brasil.
Aqui vai um pequeno review desse novo modelo.