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Saturday, January 3rd, 2009

Geocaching - Esporte (ou game?) Hi-tech e Outdoor

Poxa… fazia tempo que nao postava nada aqui no Blog… não vou mentir dizendo que era falta de tempo por que era pura preguiça mesmo…

Mas o motivo desse post não é ficar falando de preguiça.

Já fazia muito tempo que eu estava querendo brincar de Geocache e sempre adiava, ou esquecia… Nesse primeiro dia do ano, finalmente consegui colocar meu primeiro cache. Mas afinal de contas, o que é Geocache? Ninguém melhor pra explicar que a Wikipedia:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Geocaching

Geocaching é um desporto de ar livre que envolve a utilização de um receptor de GPS (”Sistema de Posicionamento Global”) para encontrar uma “geocache” (ou simplesmente “cache”) colocada em qualquer local do mundo. Uma cache típica é uma pequena caixa (ou tupperware), fechada e à prova de água que contém um livro de registo e alguns objectos, como canetas, afia-lápis, moedas ou bonecos para troca.

A primeira colocação de uma cache com auxílio de GPS ocorreu em 3 de Maio de 2000 por Dave Ulmer. A localização foi anunciada no newsgroup sci.geo.satellite-nav. Três dias depois tinha sido encontrada duas vezes e registada uma vez.

O Geocaching tornou-se então popular. Em 22 de Maio de 2006 contam-se 269715 caches activas em 221 países (sendo 590 em Portugal, 60 no Brasil, 2 em Macau, 3 em Moçambique e 3 em Cabo Verde) e anunciadas no site oficial:

Geocaching.com

Voltando ao meu primeiro Geocache, resolvi colocar um cache bem fácil, na estrada que vai pra Mosqueiro, dentro desse cache, coloquei um livro de visitas e uma moeda. Marquei as coordenadas no GPS e publiquei no site oficial e no site brasileiro de geocache (http://www.brasilcaching.com.br/index.php). Infelizmente, aqui em Belém e talvez no Pará inteiro, pouca gente conhece essa modalidade, mas mesmo assim vou continuar escondendo os caches pela cidade e pelas trilhas que eu faço de bike!

Aqui vai uma foto do cache que publiquei.

Ficou curioso pra saber onde eu escondi o cache? É só visitar o site Geocaching.com e procurar por GC1KC81 (precisa ser cadastrado pra ver as coordenadas) ou no site do Brasilcaching.com.br.

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Wednesday, November 19th, 2008

Enduro de Regularidade - Etapa Ilha do Marajó

Esse final de semana (15 e 16 de novembro) ocorreu na Ilha do Marajó mais uma etapa do Enduro de Regularidade de MTB e a Equipe Gugaby (Gustavo e Gaby) estava presente com um Plus, nosso mais novo amigo George, vindo diretamente de Salvador-Bahia exclusivamente para participar de um pedal com a nossa turma. Nossa equipe então se transformou na Equipe 3G.

A vespera a tensão já era grande, sempre que tem um evento desses eu tenho dificuldade para dormir, fico imaginando que vou perder a hora… e acabo não dormindo muito. Já tinhamos preparado tudo, rollbook, planilha, mochila de hidratação, mas sempre fica aquela sensação de estar esquecendo algo.

Acordamos por volta das 2:30 da manhã e seguimos para Icoaraci de onde sai a balsa para o Marajó, e por volta das 3:30 já estavamos na fila, esperando o momento de embarcar. Todos a bordo, agora era só curtir as três horas e meia de viagem!

A viagem inicia e a galera começa a sacanagem enquantos alguns dormem, outros se concentram… fotos, piadas, sacanegens… a turma reunida, esperando o sol nascer.

Dom Raton, Mathias, Pacoval, Marco pé de roda, Jhonny, o baiano George, Eu, Milton, Velasco e Paulo.

Chegamos no camará por volta das 8:00h, e a largada da nossa equipe era às 8:50h, tempo de sobra para os últimos ajustes…

Gaby, Eu e o George, Equipe 3G concentrada na hora da largada… de olho no cronometro, odometro e planilha… Mas ainda sobra tempo para posar para as fotos:

Saimos para mais uma etapa do enduro, agora era concentração, regularidade e curtição…

Seguimos pela trilha, acompanhando a planilha, passamos pelo PC1 e acabamos nos perdendo em uma bifurcação, perdemos nesse ponto cerca de 2 minutos, então resolvemos sair “correndo” para recuperar o tempo.

Logo depois dessa foto… tinha uma ponte no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma ponte… não consegui parar, capotei e machuquei a canela, as duas… Meu amigo MaxVandro, da equipe Mazal, estava logo a nossa frente e ele como sempre muito prestativo, esqueceu sua prova e foi me socorrer, mostrou toda a sua técnica de primeiros socorros e me atendeu perfeitamente…

20 minutos depois, já estava melhor e já dava pra continuar a prova… Nesse momento tinha certeza que a prova estava perdida, estavamos com 20 minutos de atraso e seria muito dificil recuperar… resolvemos a partir dai, seguir a trilha… um verdadeiro passeio.

Passamos por todos os PCs com atraso, uma média de 20 minutos, mas o importava naquele momento era curtir a trilha… e mostrar as belezas do Marajó para nosso amigo baiano.

Seguimos por ramais, savanas marajoaras, single-tracks…

Até finalmente a chegada a Salvaterra… posamos para as fotos e seguimos de rabeta para Soure do outro lado do rio, onde iriamos dormir e nos preparar para a segunda etapa, no dia seguinte.

No dia seguinte, mais uma vez concentração na hora da largada, dessa vez tinhamos que fazer uma boa prova…

O nosso amigo baiano aproveitou para tirar uma foto com o mellhor socorrista internacional MaxVandro!

Seguimos mais uma vez para a trilha… essa etapa foi bem tranquila, passando em boa parte pela cidade…

Mas da mesma forma tivemos problemas, meu pneu furou e eu contei com a ajuda do nosso amigo campeão Carlinhos Helfer, que emprestou a sua bomba para encher o pneu!

Chegamos de volta e foi a hora de curtir a praia, tinhamos só 2 horas antes da balsa partir, então seguimos para a praia da Barra Velha para curtir meia horinha de descanço.

Já na balsa de volta, a galera toda reunida…

E assim… terminou mais um final de semana show de bola que só a bike pode nos proporcionar.

Quero agradecer a galera da EART (organização) pelo final de semana bacana reunido com essa galera gente fina… e dar meus parabéns pelo trabalho… a gente sempre reclama, mas no final tudo fica show! Ao Sérgio Batista pelas fotos (essas que estão publicadas aqui!), ao Carlinhos Helfer (O Campeão!!) pelas fotos, pela bomba e principalmente pela amizade, aos Velascos (a familia inteira!) pela sensacional acolhida e pelas belas e sábias palavras da matriarca dessa familia sensacional, agora todos nós sabemos de onde o Erandir Jr tira todo o seu caráter! A Itana, por ter mandado um baiano gente finissima para compartilha esse momento show… Ao baiano George pela amizade… Ao Ailton, Ângela, Elina, Max (meu socorrista predileto!), Denise, Márcio, Gleyce, Fumaça, Zetti, Marcelo, Fabinho, Dani, Rodrigo, Rafael Tudão, Mathias, Jhonny, Paroca… pow… é muita gente, não vou lembrar o nome de todos, mas mesmo assim, muito obrigado!


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Tuesday, November 4th, 2008

Casa das Onze Janelas - Mais uma vez!

Esse post foi copiado de: Casa das Onze Janelas - Mais uma vez! no blog do Dia Mundial Sem Carro.

Se tem um espaço em Belém que é contra as práticas saudáveis, esse espaço é a Casa das Onze Janelas. Será que é pelo fato do local de ser frequentado pela “nata” da sociedade que subistituiu suas bicicletas por carrões e seus caiaques por lanchas?

Acho que o Secretário de Cultura ou quem quer que seja responsável por aquele lugar deveria abrir os olhos para a tendência mundial em se tratando de meios de transporte alternativos. Pra começar, eu informo aos leitores, que o lugar não possui nenhum bicicletário e vai mais além disso.

Em julho desse ano, um amigo caiaquista, me reclamou que havia tentado subir com seu caiaque na rampa da Casa das Onze Janelas e que tinha sido impedido. Publiquei em meu blog, mandei para um jornal, enfim, fizemos um alvoroço. Mas não resultou em nada.

Ontem (03/11) eu e mais dois amigos estavamos pedalando pela cidade, curtindo uma noite agradável com um clima bem ameno e resolvemos fazer um passeio turistico pela cidade. A nossa intenção era visitar alguns pontos bonitos e publicos da capital.

O primeiro ponto foi passar em frente ao Hangar, seguimos pela “nova” ciclivia da Marquês de Herval e chegamos ao Hangar, voltamos pela Duque (a avenida ecologicamente correta onde pintamos ciclofaixas virtuais) e chegamos na Doca, seguimos para o Ver-o-Peso, pedalamos por dentro da feira, beirando o rio, seguimos pela feira do açaí e subimos na rua entre o Forte do Castelo e o Museu de Arte Sacra, chegamos ao Complexo Feliz Luzitânia. Já sabia que lá, se quisessemos visitar o trapiche da Casa das Onze Janelas teriamos que descer da bike e empurra-la, nada mais justo, afinal é um lugar destinado a pedestres, mas pela lei de trânsito, os ciclistas empurrando a sua bike se equivalem a pedestres.

Descemos da bike e empurramos em direção ao trapiche, nesse momento, um guarda nos informa que não poderiamos seguir a partir dali, que teriamos que deixar nossa bicicleta lá na calçada da rua para poder seguir a pé. Tentei argumentar com ele, expliquei para ele as leis e ele soltou uma peróla:

- Você conhece as leis - Perguntei pra ele.
- Não sou eu que faço as leis… respondeu ele.
- Você não é um cidadão? Deveria conhecer as leis. - Respondi.

Ao final de muitas tentativas, resolvemos sair de lá, já que aquele realmente é um espaço publico proibido para o publico.

Como será o Fórum Social Mundial que vai acontecer em Belém em janeiro de 2009? Será que os turistas que quiserem fazer um ciclopasseio pela cidade terão condições? Onde será que eles vão estacionar suas magrelas? É amigos… ainda temos muito o que evoluir… infelizmente essa é a realidade.


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Monday, November 3rd, 2008

Trilha do Halloween (noturna)


Foto: Sérgio Batista

Sem dúvida a melhor trilha do ano!

Pra mim, tudo começou no sábado de manhã, a expectativa era grande para a trilha, afinal ia receber os amigos da EART na minha casa em Mosqueiro para uma trilha noturna.

Minha preocupação era com a palafita que existia no primeiro quilômetro do percurso, não sabia se ela ainda estava de pé e se dava para passar por lá.

Cheguei em Mosqueiro de manhã e depois de limpar a piscina com a ajuda do Victor, fomos pedalando para a palafita… chegando lá, carreguei a bike para uma travessia de verificação e vi que o estado dela não era um dos melhores… voltamos, e eu tinha que pensar rápido em uma alternativa para chegar do outro lado do alagado que tem ali. Depois de conversar com alguns moradores do local, eles me indicaram o que seria o caminho alternativo. Perfeito, tudo certo…

De tarde, chega o Ailton (Vacuzão) e a Elina (MD)… Depois o Max, Sérgio e o Zé Gotinha… Enqaunto isso Ailton comeu umas 20 mangas (sem exagero), e quiz fazer uma churras antes de sairmos para pedalar…

Enquanto o churras rolava, começavam a chegar os participantes… muitos ligavam para pedir para esperar, muitos chegavam pedalando… o pessoal do Freerider acabou de devorar as mangas com a ajuda do Massara!

Todos a postos, roda, instruções iniciais, oração e contagem… 37 bikers!

Partimos para trilha que começou em uma passagem por ruas da praia do ariramba, quando percebemos, já estavamos no areial com singles tracks cheios de buracos.

Passamos pela primeira parte do areial e logo recebi uma chamada no Max no rádio, ele dizia que conseguia ver as luzes das bikes da frente mas não encontrava o caminho para chegar nelas… paramos nesse ponto e eu tive que voltar para busca-los, ainda bem que essa foi a única perdida.

Seguimos pela segunda parte do areial em alta velocidade, quem estava na frente me acompanhava… e chegamos em um monte de cerragem… no meio da trilha… um pequeno morro que o pessoal do Freerider passou sem problemas com seus pulos.

Seguimos por um outro ramal e eu, falando no rádio peguei uma queda, foi o suficiente para a Elina, que vinha o tempo todo atras de mim começar a me sacanear: O Bacu caiuuuu!! O Bacu caiuuuu!! O Bacu caiuuuu!!

Mas ela pagou pela boca…

Seguimos para a outra parte do areial, essa um pouco mais fácil até chegarmos a PA.

De lá seguimos para o Portal de Mosqueiro para a foto oficial e depois para a entrada da trilha do caruaru (a do enduro).

Essa parte da trilha foi a mais emocionante, sempre vinhamos na seguinte ordem: Eu, Elina, Ailton, Rodrigo… era uma velô só… tinha curvas que a gente fazia de lado, com a mão no freio… e a Elina, mais uma vez comprovou que é MD… sem nenhuma lanterna ela acompanhou a gente o tempo todo… tá certo que nem sempre ela estava em cima da bike… por duas vezes (pagando pela boca) caiu e no final da trilha estava toda descabelada, parecia que tinha visto assombração eheheheheh

O Rodrigo também comeu areia, pegou uma queda espetacular… voando por cima da bike…

Chegamos no Caruaru e fizemos uma parada para um lanche… logo, logo já estavamos denovo na trilha… em uma velô sensacional… pegamos uma boa distância do segundo pelotão e resolvemos apagar as luzes e nos esconder para dar um susto na galera…

O clima entre os bikers era de total descontração… seguimos para a parte mais perigosa da trilha… a trilha das cobras… muitos galhos que pareciam laminas passavam na altura do ombro, pedindo uma atenção maior e uma velocidade menor… chegamos novamente a PA, com 31 km percorridos… ainda restavam 4 km… mas já eram 11:40… e tava tarde… depois de uma votação… resolvemos não fazer esse percurso. Voltamos para casa com mais uma trilha concluida… e muitas histórias para contar!!

Quero agradecer a todos que estavam presente, principalmente ao Max, por ter sido fecha trilha, ao Sérgio pelo apoio, e ao Victor por ter ido verificar a palafita comigo…

Valeu também ao Rodrigo, Ailton, Elina, Gaby, Márcio, Sabino, Iron Bike, Galera do Freerider (Fabricio, Carlinhos e sua turma), Erick, Milton (que nunca mais tinha aparecido), Carla, ao amigo camuflado que eu esqueci no nome (desculpa!), e a todos os outros que estavam presente!!

Arquivo do GPS:

http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=231751


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Thursday, October 9th, 2008

Trilha do Fama - Fotos

Lá vai as fotos da Trilha do Fama em Outeiro.

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Thursday, October 2nd, 2008

Escalada Clube

Ontem no meio do passeio noturno de bike da EART, demos uma passadinha no Escalada Clube pra conhecer o local e dar uma escaladinha indoor. A brincadeira foi bem legal, segue uma fotos…


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Tuesday, September 30th, 2008

III Etapa do Enduro de Regularidade

Esse final de semana (domingo) rolou no municipio do Acará a III Etapa do Enduro de Regularidade. Já fazia um tempo que não participava do enduro, desde a primeira prova, em 2006.

Dessa vez a Gaby não queria ir só e estava procurando um parceiro para formar uma equipe, resolvi ir com ela, voltando a formar a Equipe Gugaby.

No sábado comecei a construir meu RollBook (um aparelinho para colocar o mapa!) e a noite fomos ao Briefing receber as camisas e o mapa da prova.

No dia seguinte, domingo de manhã, seguimos para o Porto da Palha, local onde iamos pegar o barco e seguir para a Ilha de Boa Vista, no município do Acará, antes uma parada para encontrar o Sérgio e tomar um café da manhã… e por falar em café da manhã, pense num lugar caro, fomos no tal do Fran´s Café, peguei o cardápio e tomei um susto ao ver que um simples misto quente era nada mais nada menos que R$ 10,20, isso mesmo, dez Reais e vinte centavos. O jeito foi comer uns pães de queijo e um chocolate…

Chegando no Porto da Palha embarcamos no barco A, que era o primeiro a sair.

Já na ilha, expectativa para a largada, a nossa equipe tinha que sair as 8:51…

Na largada, últimos ajustes, relógio sincronizado, cronometro zerado, odometro ajustado…

Beijinho antes para dar sorte…

e lá fomos nós!

Aqui acabam as fotos, mas continua o relato. A prova foi bem tranquila, erramos apenas uma vez, mas acho que deu pra recuperar, já sabiamos que existiam dois mapas, então enquanto umas equipes iam pelas trilhas, outras vinham, isso chegava a confundir um pouco, mas era só prestar atenção no mapa que não tinha o que errar. Passamos por todos os PCs, e tivemos poucos erros de tempo.

Completamos a prova no tempo exato, com a sensação de missão cumprida! Pegamos o barco de volta e finalmente chegamos em casa!

Valeu galera da EART pela prova bem elaborada!


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Friday, September 26th, 2008

Dia Mundial Sem Carro - Novo Site

Aproveitando o clima do Dia Mundial Sem Carro, resolvi voltar com o site que eu tinha registrado ano passado para o evento. Depois do evento do ano passado (2007), deixei o site um pouco de lado, mas agora vou voltar com ele e com força total, com novo layout e no formato de Blog.

O endereço é www.diamundialsemcarro.com.br.

Aproveito para pedir colaboração de quem quiser escrever artigos, publicar notícias ou contribuir de qualquer forma para que me mande um e-mail ou deixe um comentário aqui.

Não deixe de fazer uma visitinha por lá!


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Tuesday, September 23rd, 2008

Fotos hoje da bicicletada

Hoje fui almoçar lá na Estação Gourmet e aproveitei pra tirar fotos da ciclofaixa virtual que fizemos ontem durante a bicicletada na Av. Nazaré.

Precisamos combinar de fazer isso mais vezes!

Ficou show!


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Tuesday, September 23rd, 2008

22/set - Dia Mundial Sem Carro


Foto: Sérgio Batista
Ciclovias já!

Ontem, dia 22 de setembro, foi o Dia Mundial Sem Carro. E teve bicicletada aqui em Belém, com direito a pintura de ciclofaixas e mascaras anti-poluição…

A bicicletada saiu em frente ao Theatro da Paz, na Praça da República e iria percorrer alguns corredores viários de Belém.

Logo que cheguei, encontrei o Raoni, que chegou trazendo panfletos e uns estêncil com imagens de bicicletas pra pintar na rua. Ajudei a distribuir os panfletos e fiquei aguardando a saida do passeio.

Apareceram umas bikes bem diferentes, eu diria até um pouco “exaltadas”, choppers, rebaixadas…


Foto: Sérgio Batista
Alguns mais exaltados!

No inicio fiquei um pouco desanimado com o passeio, parecia que não ia dar muita gente, e além disso, alguns políticos aproveitaram pra fazer campanha com bikes-som com volume ensurdecedor (poluição sonora, totalmente de contra ao objetivo do passeio), e tocando techno brega, cheguei a pensar em desistir, mas depois de conversamos com alguns deles, resolveram baixar o volume e saimos.


Foto: Sérgio Batista
Pedalando…

A CTBel estava presente para fazer o “apoio” ao passeio, mas claro que atrapalhou mais do que ajudou. Eles conseguiram comprovar que realmente não conhecem nada de leis, “mandaram” a gente trafegar pela esquerda das ruas, enquanto que o correto é a direita, usaram sirenes e buzinas poluindo mais ainda o ambiente (como se não bastasse as bikes-som) e sairam em disparada, “tirando o fino” dos ciclistas.

Enfim, o passeio fluia bem, seguimos até a Duque de Caxias, quando derrepente o pessoal resolveu parar para criar a nossa ciclofaixa!


Foto: Sérgio Batista
Criando a nossa ciclofaixa!


Foto: Sérgio Batista
Eu e o Raoni pintando o chão.


Foto: Sérgio Batista
Efeito.


Foto: Sérgio Batista
Respeite a distância, 1,5m para o ciclista.

O passeio seguiu enquanto pintavamos, então ficamos pra trás. De repente aparece um carro da CTBel com um guardinha leso dentro dizendo que não podia fazer aquilo. Acho que ele pensava que tava falando com um monte de abestado igual a ele… começou dizendo que o que a gente tava fazendo não podia, que era proíbido… o Marcelo Bike deu logo uma aula pro cara sobre leis, ele ficou caladinho, colocou o rabinho entre as pernas e se mandou…

Depois já estavamos muito longe do passeio, resolvemos seguir até o CAN, onde seria o ponto final. Esperamos um pouco e aproveitamos pra pintar mais umas bikes na Av. Nazaré. Logo depois o passeio chegou.


Foto: Raoni
Av. Nazaré.


Foto: Raoni
Em frente ao McDonalds da Av. Nazaré.

Depois fomos lanchar no Mileo com a turma!

Valeu Galera!


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Monday, September 22nd, 2008

Campanha de vacinação

Ontem teve Campanha de Vacinação na casa dos Helfer’s.

O Carlinhos chamou os amigos para se vacinar contra a Rubeola e aproveitar para fazer aquela bagunça com direito a churrasco.

Cheguei na casa do Carlinhos por volta as 11:30 e já começamos a preparar o churrasco seguindo atentamente as instruções do mestre cuca Max Vandro mais conhecido como Fala Mansa.

Preparando o curras!

Foto: Bacu de Sunga

Fala Mansa em seu estado natural.

Foto: Bacu de Sunga

Depois dos preparativos iniciais, foi a hora de começar a vacinação:

Fala Mansa.

Foto: Bacu de Sunga

Bacu de Sunga

Foto: Gaby Adventure

Zé Gotinha

Foto: Bacu de Sunga

Elina MD

Foto: Bacu de Sunga

Dani, só sorriso.

Foto: Bacu de Sunga

Fabão

Foto: Bacu de Sunga

Fabinho, com medo…

Foto: Bacu de Sunga

Ainda ficou faltando a foto do resto do pessoal. Falta o Sérgio enviar!

Após todos devidamente imunizados, foi só alegria!

Quero deixar aqui os meus agradecimentos especiais a Tia Ana, ao Carlinhos e a toda a familia Helfer! :)


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Monday, September 15th, 2008

Remada para a Saudosa Maloca

Esse sábado fizemos uma remada boa, saimos do ver-o-rio até o restaurante Saudosa Maloca na Ilha do Cumbu.

Sexta-feira, 19h:
- Tuuuuuuuuuuu Tuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu
- Falaaaaaaaaa Bacuuuuuuuuuu!
- Faleeee MD!! E ai? Já arrumou o caiaque pra remar amanhã?
- Pô Bacú, ainda não, mas perai que vou ligar pro Vicente e te retorno já já!

5 minutos depois:
- Bacú o Vicente disse que tu pode pegar o caiaque lá na casa dele!

E lá fui eu e o Sérgio (sem-noção) pegar o caiaque para a Elina. Depois de amarrado era só esperar o dia seguinte!

Sábado, 6:00h: Já estava de pé, organizando tudo em casa e me preparando para mais uma remada. Acordei a Gaby e depois de tudo pronto saimos por volta das 7:00h em direção ao ver-o-rio.

Chegando lá encontramos com o Fernando Lima, o Igor, o Beto e o Evaldo e seu filho. Desembarcamos o caiaque foca do carro e começamos os preparativos e ficamos esperando o resto do pessoal! Carlinhos e Rodrigo marcaram furo, a Elina chegou logo depois seguida do Eduardo, trazendo dois caiaques em seu carro, um deles eu ia usar com a Gaby: o Búfalo.

Saimos do ver-o-rio as 7:30 em ponto e começamos a nossa remada, tranquila… Eu e a Gaby no Búfalo, o Beto num Amazonas, o Fernando no seu já conhecido Carolina, o Eduardo no seu “não sei o nome”, Igor e seu amigo em um Foca, o Evaldo e seu filho em um duplo e a Elina mais uma vez comprovou que é MD, ela foi sozinha num Foca duplo. Tiramos umas fotos e seguimos, passando em frente a Estação das Docas, Ver-o-Peso, Magal das Garças e Portal da Amazônia, onde resolvemos atravessar o rio. Nesse trecho a marola e ondas começaram a dar uma adrenalina maior a aventura. As ondas levantavam a proa do caiaque e a Gaby gritava de emoção e medo, e quando o caiaque caía a proa “enterrava” na próxima onda! A adrenalina foi demais, e eu fiquei um pouco “mareado”, e claro que o pessoal começou a sacanear dizendo que eu estava grávido (kkkkkkkkkkkkk)!

Seguimos mais um pouco e paramos para um lanchinho na casa de um amigo do Evaldo. Lanche feito seguimos até nosso destino: Saudosa Maloca.

Chegando lá encontramos com mais um caiaquista, o Valber, que já estava tomando umas! Ficamos por lá, confraternizando e esperando a maré virar para voltarmos, o Evaldo resolveu dar uma volta pelo Rio Cumbu para visitar seus amigos. Fizemos a festa, contando “causos”, piadas de argentino, sacanagens mutuas e a maré virou e nada do Evaldo voltar, esperamos mais um pouco, e lá vinha o Evaldo voltando, preparamos a saida e ás 12:35h saimos de volta, com o sol a pino.

Na volta, bem mais tranquila, ainda demos uma parada no que restou do Iate Clube (dá pena de ver como tão as coisas por lá), e seguimos de volta ao ver-o-rio, na volta, algumas correntezas fortes a favor e já no final da remada um pouco de corrente contra!

Chegamos ao ver-o-rio as 14:45h, satisfeitos por mais uma remada e um momento alegre com amigos!

Mais algumas fotos:

Valeu Galera!

Segue o trajeto no WikiLoc (GPS) da remada:

Dados Gerais:
Total: 20,9 Km em 6 horas e 50 minutos
Ida: 9,1 Km em 1:30h média de 7Km/h (Com paradas)
Parado: 3 horas e 9 minutos
Volta: 10,4Km em 2:10h média de 5Km/h (Com paradas)


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Friday, September 12th, 2008

Férias…

Não vejo a hora!!! Tah chegando!!

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Wednesday, September 10th, 2008

Coincidências… em Tucuruí

Só hoje tive saco tempo pra escrever alguma coisa aqui… e vou comentar sobre uma fato inusitado que aconteceu final de semana passado.

Final de semana passado fiz umas das coisas que mais gosto: viajar de carro… pegar a estrada… fui até Tucuruí (400Km de Belém), ainda não tinha tido a oportunidade de conhecer a cidade, só sabia que lá tem a Usina Hidrelétrica de Tucuruí. Depois de uma longa estrada, finalmente chegamos a obra mais imponente que já vi… a represa é uma coisa absurdamente grande, e as Eclusas nem se fala. Ok, mas o post não é sobre isso!!

Estava no Shopping Tucuruí no sábado, tomando um cafezinho e comendo um pão de queijo, quando notei que na mesa do lado uma moça falava com a amiga dela e olhava para a nossa mesa, quando de repente ela se levanta e vem em nossa direção e indaga: você não é o Gustavo do site Bacu de Sunga?

Na hora tomei um susto! Égua… como assim?? Começamos a conversar e foi quando a Michele (é o nome dela!) disse que tinha acessado meu blog quando estava procurando informações sobre a Chapada das Mesas em Carolina no Maranhão no google e acabou chegando ao meu blog. Ela nos reconheceu pelas fotos e pela camisa da EART que eu estava usando.

Começamos a conversar e ela me disse que participava de trilhas pela região, nos convidou para fazer um trekking em Breu Branco no dia seguinte… mas infelizmente não podemos ir por que tinhamos compromissos… conversamos bastante e vimos que conheciamos pessoas em comum da EART.

Foi bacana encontrar alguém em outra cidade que conhecia meu blog! Fiquei feliz com isso!!

Quero deixar aqui um abraço pra Michele e espero que em breve possamos fazer alguma trilha por ai!!

Fuiz…

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Monday, August 25th, 2008

Minha bike chamada Twigg

Visitando o Blog da Itana, me deparo com um texto de amigo em comum de pedal, o Prof. Pacheco! Claro que pedi permissão para postar o mesmo texto em meu blog, final de contas é um bom exemplo!

Lá vai!

Pode soar muito estranho num primeiro momento esta afirmativa: “Pior que ex-mulher, é divida de ex-mulher !”, mas vamos ao que interessa:
Em novembro do ano passado venceu o famigerado IPVA e, como não recebi o boleto no meu endereço atual, fui até o antigo endereço, na casa da ex-esposa, na intenção apenas de apanhá-lo e pagar, pois sem ele atualizado é problema na certa com a PRF.
Ao chegar à portaria fui recebido pelo antigo porteiro e amigo, o Sr. Roberto, que ficou curioso de eu estar fazendo procuração do referido boleto, pois lá também não se encontrava. Em seguida pedi a ele que pelo interfone perguntasse à minha ex-mulher se ela, porventura, não o teria levado junto com a sua correspondência, por engano, e qual não foi a minha surpresa ao ver o rosto do Roberto perder a cor em segundos ! De imediato perguntei:
- “Hei rapaz estás bem ?”
- Sim, Professor estou bem sim ! Um breve hiato e ele retoma o fôlego e pergunta: - O senhor não esta sabendo !!??
- De quê ? digo eu. - A Dona Cláudia, faleceu ? E ninguém me disse nada ?! (disse eu !)
- Não, não, seu Pacheco não é isso. É que desde maio de 2004 ela foi embora do apartamento, mas, neste espaço de tempo já morou nele a D. Tereza e o Seu Antônio.
- E eu, o dono, sem saber de nada !

A título de esclarecimento: em 2004 eu me separei desta pessoa, mas deixei-a morando neste apartamento e sem ônus de aluguel. Ela deveria apenas arcar com as despesas de IPTU, condomínio, telefone e a energia. Até porque ela estaria morando no mesmo. Não se esqueçam que já se passaram quatro anos !
Diante da minha perplexidade, o porteiro achou por bem chamar a síndica. E eis que surge uma senhora empertigada, com cara de dona do mundo:
- “Bom-dia ! Eu sou a síndica ! Qual o problema ?
- Bom dia. Eu sou o Pacheco, proprietário do apto 603, e…
- De onde o Sr. tirou esta idéia ? A dona do apto 603 é a dona Cláudia !
- Ledo engano seu ! Ou a senhora é relapsa na sua administração ou não conhece os proprietários do prédio.
Obviamente que ela ficou brava ! Então eu tentei explicar a ela e até que, finalmente, depois de uma boa argumentação, ela se convenceu que eu ainda era o dono do apto. Posto isto, ela me diz que desde de 2004 a Cláudia não pagava o condomínio e que já estava para cobrança judicial no escritório Nogueira Lima! E de imediato eu pensei: muito menos pagou o IPTU! Será que tem energia no apto? e o telefone? Já deve ter sido cortado!
- MEEEEEEEUUUUUU DEEEEUUUUUS!!!!
Mediante os fatos, fui a delegacia mais próxima e, devidamente orientado pela delegada, fiz B.O, com três cópias do mesmo e acompanhado da Delegada mais duas testemunhas, retornei ao apto.Tomei posse de novo !!!!
No dia seguinte, refeito do choque do dia anterior, volto ao apto, para ver como estava por dentro ! Relativamente limpo, telefone cortado, mas com energia elétrica. Ufa !! Então começo um processo investigativo, abre armário, fecha armário, abre gavetas, fecha gavetas e, ao chegar ao quarto, abre guarda-roupa, fecha guarda-roupa, fui olhar embaixo da cama. Não sei por que mas fui olhar. Vi quatro caixas de papelão devidamente alinhadas. Estranho! Puxei a primeira, a segunda e qual não foi a minha surpresa, aparecia por trás das duas caixas uma roda de bicicleta! Levantei-me e arredei a cama da parede e………… ali estava ela! um quadro de Bike de alumínio reluzente do tipo Ttype 21 v e duas rodas! Vocês podem imaginar a minha cara de espanto e felicidade ao mesmo tempo !
- Uma bike !!! Hehehehehehehe !!!!!!!! Pois já era pensamento meu, comprar uma Bike para circular por Belém.
Na manhã seguinte lá fui eu ao escritório Nogueira Lima, e pasmem, a dívida era de nove mil reais ! Só de condomínio. E de IPTU quanto será? Para fim de conversa mais três mil reais ! Logo pensei: - Que belo Natal e Ano Novo vou ter ! - Bom, pelo menos uns “quinhentinhos” eu pego na Bike !
Há ! Ia esquecendo: deixe estar que eu já tinha visto a turma da quarta-feira pedalando pela cidade e eu achei muito legal aquele grupo passeando e se divertindo de maneira saudável na noite ! Sim porque poderiam estar pelos bares bebendo ! Como sou evangélico, não bebo e nem fumo, terei uma bike ! Era só o empurrão que estava faltando, pensei ! Será que eles me aceitam no grupo ? Um senhor SEXI !!?? … Ô cabeças maldosas, eu sou um sexagenário ! (risos !)
Bom, primeiro passo: vamos levantar primeiro a bike pois ela estava meio caidinha, depois vou me informar como chegar até eles. E eu me perguntava será que ainda dou conta de dar umas pedaladas ?
- Há, vou pagar para ver !(pensei). Pergunta aqui, pergunta ali, fui parar na loja BIKEMANIA na Rua Gentil Bittencourt entre José Bonifácio e Deodoro de Mendonça, do hoje, amigo Jorge e da amiga Vivian !! Que atendimento ! E a parte técnica feita pelo Guedes ! Perfeita nota dez !! Profissional de mão cheia apesar de jovem !! Depois de três dias fui buscar a magrela ! Totalmente restaurada, lubrificada, limpa, e finalmente fiz um teste-drive !!
Incrível a sensação depois de 48 anos sem pedalar uma bicicleta ! Fiquei uma meia hora andando próximo a loja !! Apanhei que só dela no início. Também pudera: sete catracas, três coroas e eu em cima ! Apesar da aula inicial sobre usar as marchas, muito bem ministrada pelo Guedes ! Após andar no plano, desci e subi a ladeira da Gentil !
Tinha uma pergunta que não queira calar !!! Como levar a bike para casa ? pois estava de carro ! E, eis que para minha surpresa, a solução do problema foi dada pela Vivian: um transbike ! Nem pensei duas vezes e o mesmo já estava engatado na traseira do carro e a magrela pendurada ! E eu ? Rindo para todo mundo ! Cheio de razão ! (risos !)
Já me preparava para ir embora quando entra na loja um cidadão que mais parecia uma montanha de tão grande, mas gentilmente cumprimentou a todos e fui apresentado ao dito “montanha” que se chamava Antonino Costa, hoje o amigo Costa ! E já nas primeiras conversas começamos a trocar idéias sobre o esporte e tipos de bicicletas. Depois de uma meia hora de bate-papo, eu mais ouvindo que falando, fiquei sabendo do site da EART e das trilhas já percorridas.
Quanto a minha participação nas trilhas da EART, foi o que podemos chamar de audaciosa e gloriosa !! É sério gente ! De cara já enfrentei 43 km de trilha ! Apesar das informações do mestre Fábio, para os mais íntimos, o Taluí, que para qualquer outra pessoa normal não teria nem começado. Mas logo quem foi desafiado ??!! O Pachequinho !! Hááá !!! Aí comprei a briga ! E Pasmem ! Consegui completar o percurso todo com a “TWIGG” sem nenhum problema. Morto de cansado, mais morto que vivo ! Mas de alma lavada ! E pelos amigos que a cada pedala me incentivavam sempre !
Agora deixa eu agradecer particularmente ao Guilherme que muito gentilmente nos 10 km finais muito me estimulou a concluir o percurso, apesar de eu estar pedindo um bumbum novo aos berros ! O Guilherme foi muito persuasivo em me oferecer massagens !!! (hahahahaha !!) Sem maiores detalhes. O que realmente foi muito estimulante para concluir os kms que faltavam. Diga-se de passagem SEM MASSAGENS !! (risos !)
Ai está ! Foi assim que eu retornei ao fascinante esporte das trilhas e aos passeios de quarta noite ! HEI !! Se alguém tem dúvidas quanto a minha participação na trilha de Santa Isabel até o Igarapé do Itá é só olhar no site e as fotos feitas pelo Sérgio que falam por si só !!
Vou terminar por aqui por que vai ficar muito comprida, pois ainda estaria faltando falar da entrevista para TV Record, mas deixa pra lá ! (risos)
Deus abençoe a todos na sua infinita bondade permitindo sairmos e retornarmos na paz e com alegrias sem problemas maiores !!
MUITO OBRIGADO A TODOS PELA INJENÇÃO DO VIRUS DA BIKE !

Profº Luis Pacheco
Sexiclista Paraense !!!

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Wednesday, August 20th, 2008

Mais uma remada no Pratiquara

Mais uma vez combinamos de fazer a já “famosa” remada no Rio Pratiquara.

Saimos da fazenda o Seu João, que mais uma vez deu todo seu apoio, e seguimos até a vila! Dessa vez saimos as 10:40 e depois de 3 horas de aventura chegamos ao final do percurso!

O Fernando Lima postou um relato no fórum e eu tomei a liberdade de copiar para cá:

Chegamos ao sítio do Sr João Cerqueira logo após às 10:00h, com a maré no finzinho da enchente. Não posso deixar de agradecer a recepção sempre calorosa do Sr. João, disponibilizando sua rampa para iniciarmos nossas remadas.

Fomos eu, Gustavo, os Nivinski (Eduardo, Eduardinho, Gabriel e Ricardo), Rubiara e Ricardo Polaro. Eram cinco caiaques, o Carolina, o Amazonas, do Rubinho, um individual do Eduardo e dois Foca.

Vale destacar que o Eduardo remou em solitário um Foca, transportando o Gabriel e o Ricardinho. Haja braço!

Logo depois que começamos a remar a maré começou a baixar mais definidamente.

O engraçado era o Gustavo tentando entrar num acordo com o Amazonas, que estava sem quilha. Acho que ele remou um percurso três vezes mais longo do que os outros, tantos foram os ziguezagues de uma margem à outra do rio…

Mas o Eduardo passou uma série de dicas de remada que serviram não só para o Gustavo como para todos nós. Foi uma verdadeira aula!

Logo depois da boca do Caruaru, fizemos uma parada no flutuante do Nonato, mas este não estava lá e demoramos pouco, apenas o tempo de dar uns mergulhos, esticar as pernas, comer alguma coisa e retomar a remada.

A partir daí, a correnteza a favor já estava bem forte, chegando a mais de 5Km/h. Rubiara e Ricardo Polaro, num Foca, até praticaram slalom nas varas de matapi…

Logo chegamos à embocadura do Rio Murubira e à Baia de Santo Antônio.

A Baia estava bem ondulada e a ponta do pedral da Fábrica Bitar bem “arrepiada”, fazendo subir a adrenalina. Eduardinho, Gustavo, Rubiara e Ricardo passaram o pedral sem maiores problemas e pararam na prainha para nos aguardar. O Eduardo, remando solo o Foca com os dois mninos, vinha mais lento e eu o acompanhava, para dar o apoio que fosse necessário. Quando vi que ele daria conta do recado (que remador!), liguei o turbo dos braços e passei direto pelo pedral até chegar na corrente ao largo da praia.

Todos reembarcaram para a última perna da remada. O Eduardo, após passar o pedral, percebeu que não conseguiria superar o remoinho que se forma naquele ponto e preferiu seguir pela praia com os dois filhos menores, enquanto o Eduardinho levava os caiaques até a Vila.

Chegamos à Vila sem maiores percalços, com o GPS indicando 13Km percorridos em 2:30h de remada, com média de 5,2Km/h e 3:00h de passeio.

Colocamos os caiaques sobre os carros e fomos almoçar, que ninguém é de ferro!

Agradeço ao Rubinho, que cedeu o caiaque Amazonas para ser testado. Esse caiaque está à venda nos Classificados da EART.

Agradeço também aos companheiros pela companhia nessa excelente remada. Que venham outras!

Vou postar as fotos depois.
_________________
Fernando Lima
Equipe CURUPIRA
“Bons meninos vão para o céu,
trilheiros vão para qualquer lugar -
em terra ou na água.”

Abaixo algumas fotos do inicio da remada:


Eu e a Manu, olhando num sei o quê!


Eu “quase” caindo ao entrar no caiaque!


Recomposto!


Saindo…


Ribeirinhos…


Eduardo e seus passageiros.


Contraste.


Grandeza!

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Wednesday, August 20th, 2008

Perfil de Aventureiro

Atualmente os esportes de aventura vem crescendo em nosso Estado, como canoagem, mountain bike e trekking, entre outros. E com isso vem atraindo grande numero de adeptos à sua pratica, pessoas que sabem o que estão fazendo e o que vão encontrar pela frente, que sabem das dificuldades que irão encontrar para a realização dos mesmos, tanto dificuldades de logística, quando dificuldade físicas para cumprir trajetos mais difíceis.

Os novos adeptos desses esportes devem que se enquadrar no nível de dificuldade que estão aptos a realizar e o nível de stress e dificuldade que estão dispostos a enfrentar para a realização do mesmo. Pois não adianta uma pessoa sem experiência alguma pegar uma bicicleta de mountain bike e querer, de cara descer um morro de dificuldade avançada. Essa pessoa irá na certa se machucar, danificar seu equipamento e causar transtorno para as pessoas que estarão com ela, muitas vezes atrapalhando o bom andamento da aventura.

O aspirante a aventureiro tem que ter em mente que não basta querer praticar esporte de aventura. Essa pessoa tem que ter um perfil mínimo para o mesmo. Vou dar um exemplo rápido sobre isso: uma pessoa que é acostumada a pedalar em estrada trocentos quilômetros, está com o preparo físico muito bom e é jogado no meio de uma trilha de moutain bike. O preparo físico é o de menos para essa pessoa, porém ela vai começar a reclamar de lama, de chuva, de sujeira, de medo dos animais que ali poderão aparecer, e mais uma vez causando transtorno para as pessoas que estão participando do mesmo evento. Então essa pessoa não tem perfil para ser um aventureiro, e sim um ciclista de estrada.

O aventureiro nem sempre é aquele que tem o melhor preparo físico. É aquele que está disposto a participar daquela aventura de corpo e alma, sabendo que uma simples trilha de bike pode se transformar em um inferno e, saber contornar essa situação sem atrapalhar os companheiros que ali estão. É aquele que esta disposto a acampar ao relento sem reclamar de frio ou de chuva, é aquele que não vai reclamar se a comida acabar e tiver que comer qualquer coisa, é aquele que vai ajudar o amigo quando ele realmente precisar de ajuda e principalmente é aquele que não vai atrapalhar os outros e reclamar de tudo o que esta acontecendo ali.

Tem gente que quer ir pra chuva e não se molhar, que quer entrar na lama e não se sujar, que quer ir ao inferno e não se queimar. O aventureiro quer isso e mais um pouco e, quem não tem esse perfil não deve se meter, pois vocês não sabem como é chato atrapalhar uma aventura, seja ela uma remada, uma pedalada ou qualquer outra.

Rodrigo Duque Estrada

Esse texto eu recebi hoje do meu amigo Rodrigo Duque Estrada!

 

Monday, August 4th, 2008

Trilha do Areial

Mapeamento

Essa trilha pra mim começou no sábado de manhã. Tinha combinado com o Guilherme e com o Max de fazer o reconhecimento/levantamento/mapeamento da trilha, verificar as condições das passagens (principalmente a palafita) e encontrar um caminho novo que levasse do areial do Ariramba até o Ferdinandes.

O Max chegou em casa cedo e por volta das 8h já estavamos pedalando em direção as palafitas, o Guilherme já tinha me ligado e dito que ia demorar, pois estava vindo de ônibus.

Saimos, eu e o Max, e logo nos primeiro quilômetros chegamos a palafita, a condição dela não era das melhores, estava bastante podre e com um aspecto que ia quebrar a qualquer momento, e realmente foi o que aconteceu quando o Max pisou em uma tábua não muito confiável.

Depois do susto, seguimos pelo areial do ariramba para encontrar o Guilherme que já tinha me ligado e estava nos esperando na frente do Sítio do Sr. João. Após uma breve sentada em uma mesa, papel e caneta na mão e uns traçados para definir a estratégia, saimos.

Chegamos no sítio e conversamos com o Sr. João, que nos disponibilizou seu sítio para nosso ponto de apoio. Fizemos o reconhecimento de um single-track e saimos na PA, a ideia agora era pegar o areial do ariramba e sairmos para encontrar o Ferdinandes, lá na PA que vai pra carananduba. Seguimos por uns caminhos tortuosos, e depois de se perder algumas vezes, encontramos finalmente o caminho correto. Entramos no areial do Ferdinandes e fizmos o reconhecimento da trilha, pronto, missão cumprida e de volta pra casa.

A trilha

Antes de sair de casa recebo a notícia de que o Max não iria para trilha, tinha acordado se sentindo mal, com dor de cabeça e preferiu ficar em casa… mas, acredito eu que esse problema era de coleira (kkkkkkkkkkkkk sacanagem Max!)

Chegando ao sitio do Sr. João, fiquei esperando o pessoal chegar, os primeiros foram os IronBikes (acho que eles estavam anciosos para ver a sua nova sede!), depois veio o Ailton, Ieda, Malcher, Marcio com seu amigo, Ramon com seu rádio rosa e fazendo confissões que tinha ido “fazer dinheiro na Duque” (Não entendi, mas tudo bem), Carlinhos e Thysga (pra variar reclamando que o Carlinhos não tinha oferecido café da manhã pra ele), Prof. Pacheco e um maluco (que não vou citar nomes) num Honda Civic, dando cavalos de pau e assustando nossos bikers mais idosos!! Entre outros amigos de pedal!

Roda, informações iniciais, oração, contagem (com uma singela homenagem ao Ramon) saimos para o primeiro trecho, um single-track fechado e cheio de raizes e alguns troncos caidos pelo caminho, Depois entramos em um jungle-track e mais a frente em um bosta-track, ramalzão até a PA, entramos em uma ruazinha e fomos parados para a Blitz do Taluí: “Todo mundo encostado na parede!”

Seguimos pelo Murubira, Ariramba (onde uns politicos mais exaltados queriam tirar proveito do nosso passeio para fazer campanha!) e passamos em frente a minha casa, com direito a torcida organizada e tudo: “Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú, Bacú”

Quando eu já estava na rua ao lado de casa, alguém me avisa: “Teu sobrinho tá correndo atras de ti até agora!” quando eu olho pra trás, lá vem o muleque de 6 anos correndo no meio das bikes!!

Resolvi dar uma parada para capturar o fujão e por coincidencia, foi logo na frente da sede do Iron Bike! Eles fizeram a festa, encontraram suas amigas e apresentaram ao Carlinhos que foi logo perguntando: “Tem alguma menina de verdade ai?” recebendo uma resposta negativa!

Seguimos para a palafita, com direito a queda de ninguém mais ninguém menos que o “MASSARAAAAA”, aliais, por falar em Massara, fiquei sabendo que um amigo nosso, andou passando por ele em uma trilha e falou: “Aiii Masssaaaaaraaaaaaaa” hum… sei não….

Areial do Ariramba, ramalzão, Areial do Ferdinandes, Lagoa Azul…

Na Lagoa Azul o Carlinhos inventou uma nova “brincadeira”, pulava em cima de um flutuante e ia deslizando até a água… e ele não queria deixar ninguém brincar: “Eu que inventei essa brincadeira e ninguém vai brincar, só eu!!”

Continuamos no ramal do Ferdinandes até chegar na estrada da Baia do Sol, entramos em outros ramais, passamos uma piscina “gigantesca” abandonada e seguimos até a fazenda a TABA chegando na estrada do paraiso.

Depois de um pedaço de asfalto com direito a uma parada no Portal da Ilha para fotos e confraternizações, seguimos para a trilha do enduro, iriamos apresentar a trilha da cobra, uma trilha muito boa, muito técnica e muito fechada!!

Finalmente de volta ao Sítio do Sr. João e final de mais uma trilha! Esse segundo semestre promete!!!

Quero deixar aqui meus agradecimentos ao Guilherme, ao Max que fez falta, ao Fábio pelas fotos, ao Carlinhos pelo apoio e principalmente aos Iron Bikes que além do apoio a trilha, foram nos divertindo o tempo todo!!

Valeu galera e até a próxima!!


http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=173730

Fotos: Fábio “taluí” Araujo

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Monday, July 28th, 2008

Remada no Rio Pratiquara

Esse final de semana fomos (Eu, Gaby e Fernando) remar de caiaque no Rio Pratiquara, que fica na Ilha de Mosqueiro. Esse rio nasce próximo a PA-391 (Belém-Mosqueiro) e vai até um ponto onde se vê no horizonte a Ilha de Outeiro.


Exibir mapa ampliado

A maré no sábado estava cheia por volta das 16h, saimos na preamar e descemos o rio com a correnteza a favor. Saimos do sítio do Sr. João e chegamos na vilapor volta das 19:30h, conforme previsto!

A remada foi bem tranquila, em certos momentos enfrentamos uns redemoinhos, que faziam o caiaque “frear” na água, mas nada que prejudicasse a remada e a vista maravilhosa.

Um bom papo também ajudou a tornar a remada mais alegre! Vinhamos conversando com o Fernando que o tempo todo via os passaros e falava o nome deles, muito bom!

Eu e a Gaby estavamos em um Foca duplo, e o Fernando em um caiaque Carolina muito lindo e com uma hidrodinâmica incrivel.

Chegamos na vila a noite e apenas as luzes das nossas lanternas iluminavam o caminho. Já estou querendo programar a próxima remada!

Abaixo algumas fotos:


Caiaque no teto do carro!


Rio Pratiquara e o Fernando lá na frente.


Os pés da Gaby, o Rio e o Fernando.


Um sítio de açaízal a margem do Rio.


Outra imagem do sítio.


Eu, com cara de cansado… mas nessa hora eu não tava cansado não!!


Outra foto nossa.


Lá vai o Fernando, deslizando na água…


Rio e a luz do sol no final da tarde… uma visão linda!


Eu e a Gaby.


Paradinha no Sítio Pratiquara para falar com o Nonato.


Começando a anoitecer. Uma mistura de medo e adrenalina.


Pouca luz!

A partir desse momento não dava mais pra tirar fotos, ficou escuro e o saco estanque não deixa que as fotos saiam com flash. Aliáis, as fotos no saco estanque não ficaram muito boas!

Na chegada, carregamos os caiaques pra cima do carro e agradecemos uns aos outros pela remada maravilhosa!

Valeu Fernando!

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Wednesday, July 23rd, 2008

Espaço público proibido para o público!

Se você tem um caiaque e quer praticar no final de semana, onde fazê-lo? O único local público que eu conheço é no ver-o-rio. Outras rampas de acesso, existem, mas pelo que podemos observar pelo que aconteceu no último final de semana, elas servem só pra enfeite.

Um amigo meu, caiaquista, por diversão, resolveu experimentar seu novo brinquedo, um caiaque Carolina. Ele saiu do ver-o-rio no domingo de manhã e aproveitando o bom tempo e a correnteza a favor, remou em direção ao ver-o-peso. Sua intenção seria subir na rampa da Casa das Onze Janelas, afinal de contas, aquele é um lugar público e um dos poucos acessos ao rio em uma cidade que é rodeada por ele.

Combinou com sua esposa para esperar com o carro na praça Dom Frei Caetano Brandão, eis que quando chegou o local, foi impedido de subir com seu caiaque por um segurança, que alegava que a proibição era da Marinha, PM e SECULT. Como assim?

Após várias argumentações por lado do nosso esportista, o tal segurança permitiu a passagem, sem deixar de informar que aquela seria a “última vez que ele fazia isso”.

Indignado, ele, eu e outros esportistas perguntam: Qual o motivo da tal proibição? Qual o fundamento legal para a SECULT não permitir? Onde está o incentivo ao esporte e as práticas saudáveis?

Esperamos respostas!

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